Brasil

Polêmica na Bienal do Livro de São Paulo envolvendo ato com homem mascarado no estande de editora de dark romance

Confirmada por múltiplas fontes ?

Evento gera debate após imagens de comportamento polêmico viralizarem nas redes sociais

Homem mascarado em estande da Bienal do Livro de São Paulo
Imagem: G1

Durante a 28ª edição da Bienal do Livro, um episódio com homem mascarado provocou repercussão e notificações oficiais à editora responsável. Autoridades e organização afirmam que ação não faz parte da programação oficial do evento.

Na edição deste ano da Bienal do Livro de São Paulo, um episódio que envolveu um homem mascarado dentro do estande de uma editora de dark romance chamou atenção pela polêmica gerada nas redes sociais. Segundo a organização do evento, a atuação do indivíduo não foi promovida, autorizada ou relacionada às atividades oficiais da feira, mas a repercussão foi rápida, levando à notificação formal da editora responsável.

De acordo com relatos, o homem, vestido como o personagem Ghostface, personagem conhecido da franquia de terror e popularmente associada à franquia 'Pânico', foi visto seduzindo visitantes, principalmente mulheres jovens, com beijos, além de simulações de tapas e enforcamentos. As cenas, que circularam em vídeos e fotos na internet a partir do domingo (6), geraram debates acalorados nas redes sociais sobre os limites do erotismo e o conteúdo presente na feira.

Segundo informações divulgadas, a Bienal do Livro notificou oficialmente a editora Fruto Proibido na quarta-feira (9), após identificar as cenas polêmicas. A organização destacou que o episódio não faz parte da programação oficial e que a ação não foi autorizada pelos responsáveis pelo evento. A editora, por sua vez, afirmou que não contratou nem solicitou a presença do homem mascarado, reforçando a sua posição de que o episódio não foi uma ação institucional.

O episódio aconteceu entre sexta-feira (4) e domingo (6), durante a realização da feira no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. Ainda não há confirmação oficial de que a ação tenha sido uma iniciativa da própria editora ou de algum representante do espaço, sendo tratada até o momento como um episódio isolado fora do controle.

O contexto da feira incluía uma maior presença de literatura erótica e dark romance, temas que vêm provocando discussões nas redes sociais devido ao conteúdo explícito e às representações sensuais nas atrações e na programação. Especialistas destacam que o tipo de conteúdo abordado pode gerar debates sobre os limites da liberdade de expressão e a responsabilidade dos organizadores com relação ao público, especialmente ao público mais jovem ou vulnerável.

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O que sabemos?

  • A Bienal do Livro de São Paulo notificou a editora Fruto Proibido devido a episódio com homem mascarado.
  • O homem, vestido como Ghostface, seduziu visitantes com beijos e simulações de violência em seu estande.
  • O episódio ocorreu entre 4 e 6 de junho, na cidade de São Paulo.
  • A organização do evento afirmou que a ação não foi oficial nem autorizada pela feira.

Fontes

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