Política

Polêmica em grupo de criptomoedas ligado a Flávio Bolsonaro gera prejuízos e disputas internas

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Investidores discutem quedas na cotação e cobram resultados com foco na eleição

Imagem: Folha de S.Paulo

Responsáveis por uma criptomoeda apoiada por Flávio Bolsonaro trocam mensagens de tensão após oscilações no ativo, que também teria relação com financiamento de ações políticas.

Um grupo de investidores que compraram e divulgaram uma criptomoeda com apoio ao deputado federal Flávio Bolsonaro (PL) tem causado polêmica nas últimas horas após discussões sobre prejuízos financeiros. Segundo uma fonte do próprio grupo, as mensagens enviadas pelo responsável pela divulgação do ativo revelam tensões e insatisfação com o desempenho da moeda digital, que teve sua cotação bastante instável após o lançamento na última terça-feira (6).

O ativo em questão, uma memecoin, foi criado com a promessa de beneficiar uma parceria com uma organização chamada Hypers Kids Africa, com foco em arrecadação de recursos para crianças em Uganda. Ainda segundo a fonte, o projeto oferecia tokens a quem divulgasse conteúdo incentivando o voto em Flávio Bolsonaro, promovendo a ideia de que parte dos recursos arrecadados seria destinada ao grupo africano. Desde o início, as oscilações na cotação da criptomoeda eram monitoradas minuto a minuto pelos participantes, que acompanhavam as mudanças de valor em tempo real.

A polêmica se acentuou com uma mensagem de Kevim Flores, um dos principais divulgadores do token, que, na noite de quinta-feira (9), afirmou: “Vocês são um bando de frouxo”. Logo após, ele afirmou que o ativo estava a

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