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Bandeira amarela em setembro no Pará pode encarecer conta de luz e dicas ajudam na economia

Em apuração ?

Concessionária Equatorial Pará orienta consumidores a reduzir gastos com energia durante período de tarifas mais altas

Ilustração de conta de luz com destaque na bandeira amarela
Imagem: G1

A manutenção da bandeira tarifária amarela em setembro foi confirmada pela Aneel, refletindo condições climáticas desfavoráveis. Medida aumenta o custo de energia, mas dicas práticas podem ajudar os consumidores no Pará a economizar.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a permanência da bandeira tarifária amarela em setembro no Pará, o que significa uma cobrança extra de aproximadamente R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Essa decisão reforça a preocupação com as condições climáticas desfavoráveis ao setor de geração de energia no Brasil, que tem obrigado as usinas termelétricas — normalmente mais caras — a entrarem em operação para garantir o abastecimento. Segundo fonte da agência, o cenário, embora ainda não oficializado detalhadamente, indica que o governo está tomando medidas para equilibrar o custo da geração diante de uma estiagem prolongada, que reduz a produção de energia pelas hidrelétricas, responsáveis por grande parte do fornecimento nacional.

Para os consumidores do Pará, esse cenário se traduz em um aumento na sua conta de luz, levando a concessionária local, Equatorial Pará, a divulgar orientações claras e práticas de economia no uso diário de energia. De acordo com o gerente de Relacionamento com o Cliente, Jorivaldo Taveira Jr., é fundamental que as pessoas fiquem atentas ao próprio consumo, especialmente com equipamentos que produzem calor ou frio, como ar-condicionado, chuveiro elétrico e geladeira. Taveira destacou que hábitos simples, como manter o termostato em 23°C, evitar abrir a geladeira muitas vezes ou deixá-la aberta por longos períodos, podem fazer diferença no consumo.

Ele ainda recomendou verificar a vedação das portas da geladeira, para evitar a perda de ar frio, e não guardar alimentos quentes dentro do eletrodoméstico, pois isso eleva sua temperatura interna, fazendo com que o motor trabalhe mais. Para dias mais quentes, a troca da posição do ar-condicionado para “verão” ou “morno” também pode reduzir o consumo em até 30%. Além do resfriamento, medidas de economia de água durante o banho, como limitar o tempo a cinco minutos e desligar o chuveiro durante a ensaboação, ajudam a diminuir o uso de energia elétrica que alimenta esses aparelhos.

Segundo a fonte, o sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel como um sinalizador do custo real da energia, funcionando como um semáforo: a bandeira verde indica condições favoráveis de geração, sem custos extras; a amarela aponta condições menos favoráveis, gerando a tarifa extra; e a vermelha, condições críticas, com taxas ainda mais elevadas. Ainda não há confirmação oficial de quanto essa tarifa extra pode variar caso o cenário de geração se agrave, mas a expectativa é de que o aumento se mantenha ou aumente em meses vindouros, conforme a situação climática.

Os consumidores que desejam cuidar melhor de seu consumo devem ficar atentos às recomendações da concessionária e curtir hábitos mais sustentáveis, especialmente neste período de maior demanda por energia devido ao clima seco. Como reforçou a Equatorial Pará, o papel do consumidor é fundamental na gestão do uso de seus aparelhos, considerando que a tarifa adicional é um repasse de uma decisão federal, tomada pela Aneel para ajustar o fornecimento de energia frente às condições do momento. Ainda aguardam confirmações de outras fontes sobre possíveis mudanças na tarifa ou medidas adicionais, mas a orientação de usar a energia com moderação permanece válida e importante para o bolso e o planeta.

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O que sabemos?

  • Aneel confirmou a permanência da bandeira amarela em setembro.
  • A tarifa extra é de R$ 1,885 a cada 100 kWh.
  • A decisão reflete condições climáticas desfavoráveis que dificultam a geração de energia.
  • Concessionária Equatorial Pará divulgou dicas de economia ao consumidor.

Fontes

  • G1 imprensa
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