Decisão do TST pode impactar greve na Caixa
Tribunal julga legalidade do movimento e define reajustes para funcionários
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) analisou nesta terça-feira (29) o dissídio coletivo dos funcionários da Caixa Econômica Federal, decidindo a legalidade da greve, o reajuste salarial e o retorno aos trabalhos.
Na manhã desta terça-feira (29), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) realizou o julgamento do dissídio coletivo envolvendo a Caixa Econômica Federal e seus empregados. A sessão começou às 14h30 e tratou da legalidade da greve dos funcionários, iniciada em 10 de setembro, e do estabelecimento de reajustes salariais e benefícios. A decisão do TST foi de reconhecer a greve como legal, determinar o reajuste de 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 0,6%, e fixar o retorno imediato dos trabalhadores ao serviço. Os dias de paralisação não serão descontados, mas deverão ser compensados em até 180 dias. Os detalhes da decisão indicam que a greve permanece reconhecida como legal, e a Justiça do Trabalho determinou o reajuste e o retorno ao trabalho, sem afirmar o encerramento do movimento salvo por iniciativa dos trabalhadores ou do próprio tribunal.
O que sabemos?
- O TST analisa o dissídio nesta terça-feira, às 14h30.
- A greve dos funcionários da Caixa começou em 10 de setembro.
- O banco pediu reconhecimento de abusividade do movimento.
- O tribunal decidiu manter a greve,considerando-a não abusiva.
- Foi definido um reajuste salarial de 100% do INPC mais 0,6% para os trabalhadores, válido por dois anos.
Fontes
- G1 imprensa
- UOL Notícias imprensa
- Folha de S.Paulo imprensa
- Folha de S.Paulo imprensa
- Agência Brasil fonte oficial
- Folha de S.Paulo imprensa





