Professor e pesquisador da Fiocruz Rondônia morre aos 50 anos em Porto Velho
Leonardo Calderon foi pioneiro na pesquisa em saúde pública e divulgador científico na região
Leonardo Calderon, renomado pesquisador da Fiocruz e professor na Universidade Federal de Rondônia, faleceu nesta sábado, vítima de mal súbito em sua própria casa, aos 50 anos.
Na manhã deste sábado, a comunidade científica e acadêmica de Rondônia recebeu a notícia da morte de Leonardo Calderon, pesquisador em saúde pública da Fiocruz Rondônia e professor de medicina na Universidade Federal de Rondônia (Unir). Segundo informações de uma fonte próxima, Calderon sofreu um mal súbito em sua residência, na capital do estado, e não resistiu. Ainda não há confirmação oficial de outras causas além do evento natural, mas as circunstâncias apontam para um falecimento repentino.
Calderon era uma figura conhecida na região por sua atuação em pesquisa e divulgação científica. Natural de Brasília, ele era doutor em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (UnB). Sua trajetória acadêmica começou na mesma universidade, onde também concluiu seu bacharelado. Segundo uma fonte da Fiocruz, Calderon ingressou no Instituto de Pesquisas em Patologias Tropicais (Ipepatro) em 2008, participando da transição para a criação da Fiocruz Rondônia, onde atuava como pesquisador desde 2012. Sua dedicação à saúde pública e seus estudos contribuíram para avanços no entendimento de doenças tropicais na região amazônica.
Durante sua carreira, Calderon ocupou cargos de liderança, como vice-diretor de pesquisa na Fiocruz Rondônia entre 2012 e 2014, além de assumir a pró-reitoria de pós-graduação e pesquisa na Unir, entre 2017 e 2018. Além do trabalho de bancada, ele também se destacou na divulgação científica: era colunista da rádio CBN Amazônia, em Porto Velho, onde buscava aproximar o conhecimento acadêmico do público geral. Segundo fontes, sua paixão pela comunicação e educação científica motivou esse envolvimento na mídia local.
Em nota, uma pessoa próxima salientou a contribuição de Calderon para a ciência na região e seu papel como incentivador do acesso à informação. Deixando esposa e um filho, ele era visto como uma referência no campo da saúde pública local. Ainda não há confirmação oficial sobre as causas do mal súbito, e o clube não se pronunciou até o momento. As autoridades aguardam o laudo oficial para esclarecer as circunstâncias da morte do pesquisador, cuja perda representa um impacto importante para a comunidade científica e acadêmica do estado.
Especialistas destacam que o trabalho de Calderon foi fundamental para o aperfeiçoamento das pesquisas em doenças tropicais na Amazônia, além de seu empenho em tornar a ciência acessível ao cidadão comum. Sua morte gerou comoção na região e reforça a importância de ações que promovam a saúde mental e o reconhecimento dos profissionais dedicados às questões de saúde pública, especialmente em tempos onde a resistência a doenças prevalece na agenda de pesquisa digital e acadêmica.
O que sabemos?
- Leonardo Calderon morreu aos 50 anos em Rondônia.
- Ele sofreu um mal súbito em sua residência.
- Era pesquisador da Fiocruz Rondônia desde 2012.
- Foi professor de medicina na Universidade Federal de Rondônia.
- Deixou esposa e um filho.
Fontes
- G1 imprensa





