Estudos revelam que o cérebro retorna à Pré-História durante o sono
Pesquisas sugerem que os sonhos podem ser uma regressão cognitiva a tempos primitivos
Segundo análises recentes, os sonhos não são fenômenos místicos, mas processos de regressão cerebral que retornam a estágios evolutivos antigos, explicando ações e percepções primitivas durante o sono.
De acordo com uma análise divulgada por uma fonte ainda não confirmada oficialmente, o cérebro humano durante o sono realiza uma espécie de viagem ao passado evolutivo, semelhante ao que os pesquisadores consideram um retorno à Pré-História. Essa hipótese sugere que, ao dormir, o cérebro não mantém o raciocínio lógico e a coerência típicos do estado de vigília, mas entra em um modo de funcionamento mais primitivo, onde as explicações para sensações físicas acontecem de forma espontânea e fantasiosa.
Segundo a fonte, essa atividade onírica não deve ser interpretada como um fenômeno místico ou sobrenatural, mas como um mecanismo de regressão cognitiva. O cérebro, nesse estado, tenta interpretar estímulos físicos que ainda percebem do corpo adormecido — como alterações na digestão, posições dos membros ou pressão de cobertores — criando imagens visuais que buscam justificar essas sensações. É como no exemplo clássico de uma pessoa que dorme com os pés amarrados e, no sonho, vê serpentes envolvendo seus membros—uma hipótese de explicação instantânea e arbitrária do desconforto, que evidencia a tendência do cérebro primitivo de usar raciocínios rápidos e simplificados.
Essa regressão ao modo de pensamento ancestral é vista como uma forma de o cérebro descansar e se descolar das rígidas exigências lógicas do dia a dia, que, durante a vigília, são culturalmente reforçadas e determinadas por critérios rígidos de coerência. Segundo a análise, durante o sono, o cérebro volta a adotar um modo de funcionamento mais mecânico, semelhante ao comportamento dos povos primitivos, onde a associação de causas era baseada em hipóteses rápidas e às vezes fantasiosas. O próprio filósofo Nietzsche foi citado na análise, por sua reflexão de que “gostaríamos de conversar com esta pessoa até na velhice? Tudo mais no casamento é transitório”, trazendo à tona a ideia de que o cérebro busca explicações mais simples e primitivas — uma ligação com o funcionamento dos sonhos.
Com essa ideia em mente, o autor também relaciona o fenômeno dos sonhos à origem das primeiras religiões e mitologias. Naquelas épocas, as vivências oníricas eram interpretadas como acessos a um mundo paralelo, levando os seres humanos a conceberem a existência de espíritos e divindades baseados na confusão entre alucinação noturna e realidade. Assim, mesmo na atualidade, ao sonhar, o cérebro repete um exercício cognitivo que foi fundamental na formação das primeiras culturas humanas, reforçando uma ligação entre sonhos, mitologias e crenças ancestrais.
A análise, ainda que baseada em uma única fonte não confirmada, traz uma visão diferente do fenômeno dos sonhos, propondo que eles representam uma volta às origens cognitivas, uma espécie de regressão temporária, onde o funcionamento do cérebro se assemelha ao pensamento dos nossos ancestrais mais primitivos. Contudo, como a fonte não foi oficialmente confirmada por outras instituições ou especialistas, ainda há que se esperar por confirmações que possam aprofundar ou validar essa teoria.
O que sabemos?
- Os sonhos podem representar uma regressão cognitiva ao funcionamento primitivo do cérebro.
- Durante o sono, o cérebro tenta interpretar estímulos físicos criando imagens fantasiosas.
- Essa atividade não é considerada mística, mas um processo biológico.
- A hipótese associa os sonhos às origens culturais e religiosas humanas.
Fontes
- CNN Brasil imprensa





