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Líder da Igreja da Unificação é condenada a dois anos de prisão na Coreia do Sul

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Tribunal de Seul aponta envolvimento em financiamento político e suborno a ex-primeira-dama

Tribunal Distrital Central de Seul, Coreia do Sul
Imagem: G1

Han Hak-ja, de 83 anos e líder da Igreja da Unificação, foi sentenciada pelo Tribunal Distrital Central de Seul a dois anos de prisão por fornecer dinheiro e bens de luxo a políticos, buscando influência no governo do ex-presidente Yoon Suk Yeol. A ré nega irregularidades e o grupo promete recorrer da decisão.

Um tribunal sul-coreano condenou nesta segunda-feira (31) Han Hak-ja, líder da Igreja da Unificação, a dois anos de prisão por crimes relacionados ao financiamento político e suborno. A sentença foi proferida pelo Tribunal Distrital Central de Seul e envolve supostos esforços de Han para garantir influência junto ao governo do ex-presidente Yoon Suk Yeol.

Segundo o tribunal, Han, atualmente com 83 anos, teria participado do fornecimento de dinheiro a políticos e entrega de bens de luxo à ex-primeira-dama Kim Keon Hee, utilizando um intermediário para essas transações.

Han Hak-ja negou todas as acusações e afirmou que não tinha interesse político algum, alegando que seus subordinados agiram por conta própria, sem seu conhecimento. A própria Igreja da Unificação se posicionou anunciando que recorrerá da sentença, reforçando que sua líder não agiu de maneira irregular.

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O que sabemos?

  • Han Hak-ja, de 83 anos e líder da Igreja da Unificação, foi condenada a dois anos de prisão em um tribunal sul-coreano.
  • Ela foi acusada de financiamento político e suborno, relacionados a supostos esforços para obter influência junto ao governo do ex-presidente Yoon Suk Yeol.
  • O Tribunal Distrital Central de Seul concluiu que Han forneceu dinheiro a políticos e bens de luxo à ex-primeira-dama Kim Keon Hee por meio de um intermediário.
  • Han negou as acusações, afirmando que não tinha interesse político e que seus subordinados agiram sem seu conhecimento.
  • A Igreja da Unificação declarou que irá recorrer da sentença.

Fontes

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