CEO da Ryanair contesta relato de passageiro sugado por janela durante voo na Grécia
Executivo afirma que homem permaneceu preso ao assento, não ficando parcialmente fora da aeronave, questionando versão de testemunhas
Michael O’Leary, CEO da Ryanair, rebate relatos de que um passageiro teria sido parcialmente sugado por uma janela estilhaçada em voo na Grécia, defendendo que a vítima ficou presa pelo cinto de segurança e que sua esposa estaria confusa ao afirmar que o salvou dos perigos.
Durante uma coletiva de imprensa ocorrida na quinta-feira (11), o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, resolveu contestar publicamente um relato inusitado envolvendo um passageiro de um voo da companhia, operado pela subsidiária Malta Air, na ocasião. Segundo a versão que circulou, durante um voo partindo de Tessalônica, na Grécia, com destino à Alemanha, a janela do lado do passageiro se estilhaçou a aproximadamente 16 mil pés de altitude, e ele teria sido parcialmente sugado para fora do avião. No entanto, O’Leary afirmou que tal descrição não faz sentido na visão dele. Segundo o executivo, o homem “permanenceu firmemente preso ao assento pelo cinto de segurança” após o incidente com a janela, alegando que a versão de que ele teria ficado parcialmente para fora da aeronave é incorreta.
O’Leary chegou a dizer que a situação foi “muito dramática”, mas reforçou que não acredita que qualquer parte do corpo do passageiro tenha passado pela janela. Ele acrescentou que a esposa do homem, que, segundo relatos, teria segurado seus pés para tentar salvá-lo, estaria “um tanto desconectada da realidade”, pois estaria sentada três fileiras atrás dele. Ainda não há confirmação oficial se o passageiro sofreu alguma lesão ou se houve alguma tentativa de resgate por parte da tripulação ou de outros passageiros durante o voo.
Os relatos anteriores indicaram que o incidente pode ter sido bastante sério, com descrições de que o passageiro quase saiu do avião ao ter uma janela estilhaçada. Contudo, as declarações de O’Leary parecem colocar em dúvida essa versão, reforçando a narrativa de que, mesmo diante de uma situação potencialmente grave, o homem permaneceu preso ao assento por causa do cinto. Ainda assim, nenhuma investigação oficial foi confirmada até o momento e a companhia aérea ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio.
Este caso ganha destaque por envolver uma companhia aérea de baixo custo conhecida mundialmente e por questionar versões de passageiros sobre incidentes em voo, tema que sempre gera muita curiosidade e preocupação entre os viajantes. Por enquanto, permanecem dúvidas se houve ou não risco de vida ou se houve uma tentativa de resgate que evitou consequências mais graves. A investigação oficial ou um pronunciamento da Malta Air ainda é aguardada para esclarecer todos os detalhes desse ocorrido que, até agora, segue cercado de interpretações diferentes.
O que sabemos?
- O episódio aconteceu em um voo de Tessalônica, na Grécia, para a Alemanha.
- O voo ocorreu a cerca de 16 mil pés de altitude.
- Relatos iniciais indicam que uma janela teria se estilhaçado, e o passageiro teria sido parcialmente sugado para fora.
- O CEO da Ryanair, Michael O’Leary, afirmou que o passageiro permaneceu preso ao assento pelo cinto de segurança.
- O’Leary questionou a versão de que o passageiro teria ficado parcialmente para fora da aeronave, dizendo que ele não acredita nisso.
- A esposa do passageiro teria dito que salvou o marido segurando seus pés, mas essa versão foi questionada pelo CEO.
- Nenhuma investigação oficial detalhada foi confirmada até o momento.
Fontes
- UOL Notícias imprensa
- Folha de S.Paulo imprensa





