Economia

Nova liderança na Corteva e o cenário da educação na América Latina

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Mudanças estratégicas na companhia e os resultados do ranking Pisa evidenciam desafios e passos futuros

Imagem: BBC News Brasil

A Corteva anuncia mudança no comando das suas operações na América Latina e no Brasil, enquanto o desempenho do país em educação continua a preocupar especialistas, com países da região apresentando melhores resultados.

Na terça-feira (8), a Corteva anunciou a nomeação de novos executivos para suas operações na América Latina e no Brasil, marcando uma fase de reorganização após a separação dos negócios. Segundo fontes, a partir de 1º de outubro, a companhia será composta por duas empresas independentes de capital aberto: a Vylor, que ficará com o mercado de sementes e genética avançada, e a nova Corteva, responsável por outras áreas. Roberto Hun assumirá a presidência na América Latina, enquanto William Weber ficará encarregado do Brasil e do Paraguai. Ainda conforme informado, Hun atualmente lidera os negócios da Corteva no Cone Sul e MesoAndina, tendo passado por várias posições estratégicas na criação da companhia, em 2019. Weber, por sua vez, é líder comercial para o Norte no Brasil e desempenhará papel central na estratégia comercial da Vylor na região.

Em outro âmbito, os resultados do ranking Pisa, divulgado nesta terça-feira, mostram que o Brasil mantém sua posição entre os países com pior desempenho na avaliação internacional de estudantes de 15 anos, aplicada em 91 países. Na última edição, de 2025, o país ficou em 52º lugar em leitura, 57º em matemática e 67º em ciências. Pela primeira vez, também foi avaliada a resolução de problemas computacionais, na qual o Brasil ficou em 69º lugar. Segundo o relatório, países como Chile, Uruguai e Costa Rica apresentaram dados superiores aos do Brasil em todas as áreas analisadas, incluindo as competências de leitura, matemática, ciências e resolução de problemas computacionais. Os resultados reforçam, de acordo com especialistas, a persistência de desafios no sistema de educação brasileiro, enquanto países vizinhos avançam na melhoria de seus índices.

Segundo analistas, essas mudanças na liderança empresarial e na educação brasileira apontam para um cenário de transformação e necessidade de investimento em estratégias específicas. Se por um lado a renovação na Corteva busca fortalecer sua presença na América Latina, por outro, o baixo desempenho na avaliação pisa revela uma urgência de reformulação no setor educacional nacional.

De acordo com fontes, nenhuma declaração oficial foi feita até o momento pelas empresas ou pelo governo sobre esses assuntos, o que mantém as informações ainda em caráter preliminar. O que se sabe é que conflitos e melhorias em ambos os setores podem impactar de forma significativa a economia e o desenvolvimento social do Brasil nos próximos anos.

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O que sabemos?

  • A Corteva anunciou mudanças na liderança para operações na América Latina e Brasil, com início previsto para 1º de outubro.
  • Roberto Hun assume a presidência na América Latina, enquanto William Weber ficará responsável pelo Brasil e Paraguai.
  • Houve uma reestruturação que resultará em duas empresas de capital aberto: Vylor e uma nova Corteva.
  • Ranking Pisa de 2025 mostra que o Brasil ocupa posições baixas em leitura, matemática e ciências.
  • Países como Chile, Uruguai e Costa Rica tiveram resultados melhores que o Brasil em todas as competências avaliadas.

Fontes

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