Ciência

Cientistas investigam possibilidade de vestígios de civilizações alienígenas na Lua

Em apuração ?

Estudo propõe busca por partículas de sociedades extraterrestres no solo lunar como forma de descobrir se fomos visitados no passado

Ilustração de partículas dispersas na superfície da Lua com traços de civilizações alienígenas
Imagem: Folha de S.Paulo

Uma equipe de pesquisadores do SETI sugere que partículas de civilizações alienígenas podem estar presentes na superfície da Lua. A proposta visa responder uma das maiores perguntas da humanidade: estamos sozinhos no universo?

Cientistas do SETI, o Instituto dedicado à busca por inteligência extraterrestre, estão explorando uma hipótese inusitada: a possibilidade de encontrarmos vestígios de civilizações alienígenas na Lua. Segundo informações de uma fonte que ainda não foi confirmada oficialmente, o estudo propõe que partículas derivadas de sociedades extraterrestres poderiam estar dispersas na superfície lunar devido à ação do tempo, erosão e a processos de deterioração de infraestrutura alienígena, caso tais civilizações tenham existido no passado.

A pesquisa, que está atualmente em revisão por pares para a revista International Journal of Astrobiology, foi liderada pelo cientista Lewis Pinault, do Instituto SETI, com sede em Mountain View, Califórnia. Segundo ele, 'Se alguma outra civilização tecnológica já existiu em nossa galáxia, não é uma hipótese descabida pensar que partículas dela possam estar presentes na Lua em alguma quantidade'. A ideia central é que partículas minúsculas, resultado do desgaste de estruturas, naves ou minas alienígenas, poderiam ter sido dispersas pelo espaço e, eventualmente, depositadas na superfície lunar.

Para fundamentar a teoria, a equipe modelou as trajetórias que tais partículas poderiam seguir ao longo do tempo, levando em conta os processos naturais do cosmos. Eles argumentam que essas partículas, se existirem, poderiam também atravessar o sistema solar, inclusive impactando a Lua, e deixariam vestígios de sociedades que, quem sabe, já tenham sido extintas há milhões de anos. Segundo a cientista Sofia Sheikh, do mesmo instituto, a proposta é uma investigação criativa e válida, que se encaixa no interesse renovado pelo estudo da Lua, especialmente com as missões do programa Artemis, da NASA, que pretende levar humanos de volta ao solo lunar.

Sheikh ressaltou que na Terra, o desgaste de tecnologias e estruturas é constante, o que dá peso à hipótese de que artefatos alienígenas também poderiam se decompor e dispersar. Ela destacou que ainda há muito a explorar sobre como essa deterioração de tal infraestrutura alienígena hipotética poderia influenciar as buscas do SETI. A equipe de pesquisa também elaborou modelos de dispersão, indicando que algumas partículas poderiam sobrevir a impactos com a Lua, permanecendo por longos períodos e deixando possíveis vestígios de civilizações extintas há muito tempo.

Ainda não há confirmação oficial ou outras fontes que tenham divulgado esse estudo, e a própria pesquisa ainda não foi publicada oficialmente. O que se sabe é que essa hipótese abre uma nova fronteira na busca por sinais de inteligência extraterrestre, ampliando o foco para partículas microscópicas em corpos celestes, como a Lua. Apesar de ainda não confirmada, a ideia provoca questionamentos sobre o passado do universo e nossa própria existência, acendendo uma chama de curiosidade sobre o que mais pode estar escondido no espaço.

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O que sabemos?

  • Pesquisadores do SETI sugerem buscar partículas de civilizações alienígenas na Lua.
  • O estudo está em revisão para a revista International Journal of Astrobiology.
  • A hipótese baseia-se na possibilidade de partículas de infraestrutura alienígena se dispersarem no espaço ao longo do tempo.
  • Ainda não há confirmação oficial ou divulgação ampla do estudo.
  • A proposta considera o impacto de processos naturais de deterioração de tecnologian alienígena.
  • A pesquisa envolve modelagem de trajetórias dessas partículas pelo universo.

Fontes

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