Ciência

Brasil mantém presença de destaque entre cientistas mais influentes do mundo

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Número de pesquisadores brasileiros cresce 3,4% e chega a 1.510 profissionais reconhecidos internacionalmente

Imagem de pesquisadores brasileiros em um laboratório
Imagem: Folha de S.Paulo

Levantamento divulgado no dia 7 aponta que o Brasil possui 1.510 cientistas considerados entre os mais influentes globalmente, um aumento de 3,4% em relação ao ano passado, embora a colocação no ranking permaneça na 24ª posição mundial.

No cenário científico internacional, o Brasil se mantém como um dos países com maior influência no campo da pesquisa, agora com 1.510 cientistas considerados entre os mais relevantes do mundo, segundo um levantamento divulgado no último dia 7. Este dado representa um crescimento de 3,4% se comparado ao levantamento anterior, realizado em 2025, quando o país tinha 1.461 pesquisadores nessa lista, de acordo com informações do pesquisador John Ioannidis, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a empresa Elsevier.

O levantamento avalia os 100 mil cientistas com maior número de citações ou que se encontram entre os 2% mais bem classificados em suas respectivas áreas de pesquisa. Entre os nomes brasileiros de destaque estão o médico Carlos Augusto Monteiro, da Universidade de São Paulo (USP); o físico Constantino Tsallis, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas; o engenheiro Jayme Garcia Arnal Barbedo, da Embrapa; o epidemiologista Cesar Gomes Victor, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel); e o físico José Marengo, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Além deles, aparecem também Deborah Malta, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Pedro Henrique Brancalion; Paulo Artaxo; Mayana Zatz; e Ester Sabino, todos da USP.

Apesar do crescimento no número de cientistas influentes, a posição do Brasil no ranking global ainda permanece na 24ª colocação, uma constância nas avaliações recentes, que reforça a relevância e o potencial do país no setor de ciência e tecnologia. Ainda assim, o fato de manter esse patamar e registrar crescimento na quantidade de pesquisadores de destaque é visto por especialistas como um sinal positivo para o fortalecimento da pesquisa nacional.

Segundo fontes ligadas ao levantamento, as conquistas representam o esforço de diversos centros de pesquisa e universidades no Brasil, que têm investido na formação de talentos e na produção de conhecimento em áreas diversas. A notícia reforça a importância do investimento contínuo na ciência brasileira para ampliar a competitividade internacional e estimular novas gerações de pesquisadores.

Por ora, o levantamento se limita a destacar a quantidade de nomes e a evolução relativa do Brasil no cenário científico global, sem indicar mudanças na política ou nos recursos destinados ao setor. Ainda assim, os responsáveis pelo estudo admitem que a continuidade desse crescimento pode impulsionar a posição brasileira no futuro, desde que haja atenção às estratégias de fortalecimento da pesquisa nacional.

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O que sabemos?

  • Brasil tem 1.510 cientistas entre os mais influentes do mundo.
  • Número de representantes aumentou 3,4% em relação a 2025.
  • Levantamento foi divulgado em 7 de abril.
  • País mantém a 24ª colocação no ranking global de influência científica.

Fontes

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