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Tradition gives funeral a unique flair in Ghana with custom-shaped coffins

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Funerals na África ganham destaque com caixões que representam a profissão ou personalidade do falecido

Tradition gives funeral a unique flair in Ghana with custom-shaped coffins
Imagem: G1

Em Gana, famílias optam por caixões personalizados em formas que celebram a vida e a identidade dos mortos, uma prática que virou arte. These elaborately crafted sepulchres, criados por artesãos locais, refletem a profissão ou algum detalhe importante de quem faleceu.

Em Gana, uma tradição peculiar consegue transformar funerais em verdadeiras homenagens criativas e culturais. Segundo fontes, famílias de todo o país utilizam caixões personalizados feitos com detalhes minuciosos em formato de objetos do cotidiano, profissões ou símbolos que representam a vida e a identidade do falecido. Em uma cerimônia recente na região de Adjen Kotoku Amoama, nos arredores de Acra, um músico conhecido como Frederick Ofori foi enterrado em um caixão na forma de uma guitarra gigante, instrumento que marcou sua trajetória musical. Ainda de acordo com relatos, ao seu lado, uma professora chamada Samuel Tetteh foi despedida em um caixão no formato de uma enorme caneta, simbolizando sua profissão de mais de meio século como educadora na comunidade de Paanor, na periferia da capital. Esses exemplares, produzidos com madeira e detalhes artesanais, custam aproximadamente 10.000 cedis ganeses, algo em torno de R$ 4.900, valor que inclui o trabalho de artesãos que se autodenominam carpinteiros, produtores e artistas ao mesmo tempo.

Segundo informações de uma fonte especializada na tradição local, Daniel Oblie Mensah, conhecido pelo apelido de

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Fontes

  • G1 imprensa
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