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OPAS amplia acesso ao lenacapavir na América Latina para prevenção do HIV

Confirmada por múltiplas fontes ?

Medicação injetável de ação prolongada pode chegar ao Brasil, aumentando opções de prevenção na região

OPAS amplia acesso ao lenacapavir na América Latina para prevenção do HIV
Imagem: Agência Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde anunciou a ampliação do acesso ao lenacapavir, uma alternativa injetável de longa duração contra o HIV, em 14 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), uma das principais entidades de saúde na região, houve a confirmação de uma iniciativa para ampliar o acesso ao lenacapavir na América Latina e no Caribe. A decisão, anunciada nesta terça-feira (15), ocorre por meio de um acordo com a farmacêutica Gilead Sciences e envolve o uso dos Fundos Rotativos Regionais da OPAS. A expectativa é que o medicamento seja disponibilizado em 14 países da região, com potencial de beneficiar o Brasil, embora o país ainda não tenha uma confirmação oficial sobre a implementação no momento.

Segundo informações da própria OPAS, o lenacapavir é um medicamento injetável administrado a cada seis meses, que funciona como uma opção adicional de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP). Essa forma de prevenção é considerada uma alternativa eficaz e de longa duração às pílulas orais, frequentemente adotadas por quem procura evitar a infecção. Dados apresentados pela entidade indicam que cerca de 140 mil novas infecções por HIV são registradas anualmente na região da América Latina e Caribe, o que reforça a necessidade de ampliar as opções de prevenção eficientes.

Segundo a entidade, em 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o uso do lenacapavir como uma intervenção adicional no combate ao HIV, após ensaios clínicos demonstrarem uma eficácia de quase 100% na prevenção da infecção. A administração semestral é vista como uma alternativa importante para pessoas que enfrentam dificuldades com esquemas de prevenção mais frequentes, como as pílulas diárias. Ainda não há confirmação oficial sobre quando o medicamento começará a ser disponibilizado no Brasil, mas a expectativa é que esta iniciativa possa ajudar a reduzir o número de novas infecções e facilitar o acesso a métodos de prevenção.”,

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