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Estudo sugere que a Lua pode guardar vestígios de tecnologias alienígenas antigos

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Pesquisadores propõem buscar evidências de possíveis tecnologias extraterrestres na superfície lunar usando metodologias inovadoras.

Estudo sugere que a Lua pode guardar vestígios de tecnologias alienígenas antigos
Imagem: Aventuras na História

Uma nova pesquisa científica indica que fragmentos de tecnologia alienígena antiga podem estar depositados na Lua. A hipótese sugere que destroços de espaçonaves ou estruturas anteriores, lançados ao espaço por civilizações extintas, poderiam estar presentes no regolito lunar, oferecendo uma potencial janela para sinais de vida extraterrestre no passado.

Uma pesquisa recente, ainda não confirmada oficialmente, aponta para a possibilidade de a Lua almacenar, ao longo de bilhões de anos, vestígios de tecnologia fabricada por civilizações alienígenas que existiram há muito tempo. A ideia, segundo fontes ligadas ao estudo, é que fragmentos microscópicos desses vestígios poderiam estar dispersos na superfície lunar, escondidos entre o regolito — aquela camada de poeira, fragmentos de rocha e material estranho que cobre o solo lunar.

Segundo uma comunicação feita por um cientista planetário afiliado ao Instituto SETI, a Lua vem acumulando materiais do espaço de forma silenciosa. A hipótese é que esses materiais venham de partículas lançadas por impactos de asteroides, ou mesmo por destroços de estruturas de civilizações antigas, que teriam sofrido deterioração ao longo de eras. Essas partículas, de até 3 micrômetros — cerca de 3% da espessura de um fio de cabelo humano — poderiam viajar por até um bilhão de anos, favorecendo sua chegada ao sistema solar interna, onde a Lua se encontra. Essa teoria encontra algum respaldo em evidências de material recuperado do asteroide Bennu, pela missão OSIRIS-REx, da NASA, em 2020, que revelou a presença de partículas de origem interestelar.

Segundo o mesmo cientista, a proposta é que, ao coletar uma amostra de regolito lunar de aproximadamente 1 metro cúbico, seja possível identificar fragmentos de tecnologia alienígena ao aplicar técnicas como microscopia, avaliação de materiais industriais e processamento de imagens por inteligência artificial. O estudo indica que os achados podem estar escondidos em volumes até maiores, mas, até hoje, nenhuma amostra lunar coletada foi especificamente buscada por esses critérios, o que não descarta a hipótese. Além disso, a equipe aponta que futuras missões, como a chinesa Chang’e-7 e as do programa Artemis, da NASA, poderão trazer amostras de tamanhos variados para análise, especialmente se houver bases permanentes na Lua, o que facilitaria esse tipo de pesquisa.

Embora o estudo ainda esteja na fase de hipótese teórica, sua abordagem foi bem recebida pelo Instituto SETI, que considera a ideia de procurar por tecnoassinaturas microscópicas na Lua

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