Estudo revela que o ato de se espelhar impacta a percepção de si mesmo e pode gerar reflexões emocionais
Pesquisa analisa o comportamento automático de olhar o reflexo e suas implicações psicológicas
Ao passar por espelhos ou telas, a maioria das pessoas faz uma checagem rápida no próprio rosto, que tem explicações na psicologia social. Estudos indicam que esse gesto pode ser uma forma de comparação interna ou de recepção de autoavaliação.
Você já se questionou por que muitas vezes, ao passar por um espelho, parecemos dar uma olhada rápida em nossa própria imagem? Segundo uma fonte da CNN Brasil, esse ato, embora simples e muitas vezes considerado corriqueiro, tem profundas explicações na psicologia social. A pesquisa destaca que esse movimento quase automático é uma espécie de checagem emocional, social e até prática, que ajuda a entender como percebemos a nós mesmos em diferentes contextos.
De acordo com a mesma fonte, a psicologia explica que o ato de olhar o próprio reflexo está relacionado à teoria da autoconsciência objetiva, formulada em 1972 por pesquisadores norte-americanos. Essa teoria sugere que o foco de atenção pode se dispersar entre o ambiente externo ou para o próprio indivíduo, e que a presença de um espelho funciona como um gatilho para essa mudança de foco. Quando olhamos para o espelho, tendemos a fazer uma comparação entre nossa imagem real e um padrão interno de como gostaríamos de ser. Se essa comparação mostra poucas diferenças, a sensação é de bem-estar. Caso contrário, o desconforto pode surgir, levando muitas pessoas a evitarem espelhos ou superfícies que reflitam sua imagem, como uma tentativa de fugir de um possível insatisfação interna.
Pesquisas inclusas na fonte indicam que essa prática de dar uma olhada rápida no reflexo é também uma forma de verificar nossa aparência em situações inesperadas, como ao passar por uma vitrine na rua e se deparar com um desconhecido momentâneo. Em estudos realizados em 1977, os psicólogos demonstraram que indivíduos preferem ver suas imagens espelhadas, ou seja, revertidas, do que a versão real. Isso se explica pela
Fontes
- CNN Brasil imprensa





