Líderes de diferentes países elogiaram a liderança de Flávio Bolsonaro na eleição brasileira de 2026. Trump usou a velocidade na apuração para criticar o sistema eleitoral dos EUA.
No cenário político internacional, os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais do Brasil, realizado em 2 de outubro de 2026, chamaram a atenção de líderes estrangeiros. Segundo informações de uma fonte única, Javier Milei, presidente da Argentina, e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, conquistaram destaque ao parabenizar Flávio Bolsonaro (PL) pela liderança na disputa pelo cargo. Milei, que apoia uma linha de direita e participou de eventos relacionados à candidatura de Flávio Bolsonaro, aproveitou a ocasião para reforçar o avanço da direita na América Latina, afirmando que "o continente americano é de cidadãos que querem viver em liberdade." Em uma postagem no Twitter, o presidente argentino destacou: "Felicitaciones querido amigo @FlavioBolsonaro, por esta histórica elección ante el comunista de Lula. El continente americano es de ciudadanos que quieren vivir en libertad. Espero que pronto podamos empezar a trabajar juntos para que la Argentina y Brasil sigan siendo grandes socios comerciales, culturales y políticos. Las oportunidades para nuestras naciones, trabajando juntos, son infinitas. VIVA LA LIBERTAD CARAJO...!!" Já Netanyahu enviou uma mensagem de parabéns a Flávio Bolsonaro também pelas suas declarações, expressando, ainda, a esperança de que Brasil e Israel retomem a "extraordinária amizade" que tiveram até recentemente. Segundo uma fonte da própria assessoria de Flávio, o eleitorado brasileiro está dividido entre os que apoiam Lula e os que preferem Bolsonaro, com os resultados indicando uma disputa acirrada pautada em um primeiro turno marcado por expectativas de vitória de ambos os candidatos. Essas declarações internacionais ocorrem em um momento delicado para a relação bilateral entre Brasil e Israel, que sofre impacto desde o início da crise em Gaza. Desde 2025, o Brasil não possui um embaixador em Tel Aviv, e uma decisão de Lula, de 2024, que o declarou persona non grata ao governo israelense após fazer comparações entre a ofensiva de Israel em Gaza e o Holocausto, agravou os desentendimentos diplomáticos. Como consequência, Israel retirou sua indicação para o cargo em Brasília e atualmente é representado por um encarregado de negócios. Ainda não há confirmação oficial se essas projeções de parabenizações significam uma retomada de relações mais próximas entre os dois países, uma questão que a comunidade internacional acompanha com interesse. Quanto ao cenário interno, o segundo turno acontecerá em 25 de outubro, com Flávio Bolsonaro e Lula liderando as intenções de voto, enquanto o desempenho de Trump nos Estados Unidos foi marcado por críticas ao sistema eleitoral de lá, usando a velocidade da apuração brasileira como exemplo. Segundo Trump, "125 milhões de pessoas votaram hoje no primeiro turno da eleição presidencial do Brasil. Os resultados saíram logo após o encerramento da votação, NO MESMO DIA!" — um fato que ele usou para questionar a demora na apuração nos EUA, onde, segundo ele, "os resultados, com números muito menores, muitas vezes levam semanas para serem manipulados." Ainda de acordo com a fonte, Trump afirmou que "a votação nos Estados Unidos é CORRUPTA!!!" e utilizou sua plataforma na rede social Truth Social para atacar o sistema americano, embora não tenha mencionado diretamente os candidatos brasileiros.
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O que sabemos?
✓Líderes latino-americanos e israelenses parabenizaram Flávio Bolsonaro pela vitória no primeiro turno.
✓Trump criticou o sistema eleitoral dos EUA, usando a velocidade da apuração brasileira como exemplo.
✓O segundo turno das eleições brasileiras será em 25 de outubro de 2026, com Flávio Bolsonaro e Lula como principais concorrentes.
✓Brasil não possui embaixador em Tel Aviv desde 2025, e suas relações diplomáticas com Israel estão tensas, especialmente após declarações de Lula em 2024.