Política

Candidato ao Governo do Amazonas propõe reforço na segurança e saúde pública

Em apuração ?

Gilberto Vasconcelos destaca planos para concurso público, uso de câmeras corporais e melhorias na infraestrutura do Estado

Gilberto Vasconcelos durante entrevista na TV sobre suas propostas de campanha
Imagem: G1

Gilberto Vasconcelos, candidato pelo PSTU ao governo do Amazonas, apresentou suas propostas na TV, incluindo reforço na investigação criminal, fortalecimento da saúde e educação públicas e ações ambientais. Ainda não há confirmação oficial de detalhes adicionais.

O candidato ao governo do Amazonas pelo PSTU, Gilberto Vasconcelos, revelou suas propostas para as próximas eleições durante uma entrevista exibida na Rede Amazônica entre os dias 14 e 17 de agosto, como parte de uma série que envolve os principais candidatos ao cargo. Vasconcelos, que tem 59 anos, é formado em Letras pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e atua há 22 anos na área da educação. Esta é sua primeira disputa ao governo do estado, embora tenha uma longa trajetória política iniciada na década de 1990,lege em movimentos sindicais e partidários e já tenha concorrido a cargos como vereador, deputado federal, vice-governador e prefeito de Manaus, segundo informações fornecidas pelo próprio.

Durante a entrevista, ele destacou que seu plano de governo privilegia o reforço na segurança pública, com foco na prevenção da violência, na fiscalização e na investigação de crimes. Uma de suas propostas é ampliar o uso de câmeras corporais por agentes de segurança, além de investir em inteligência e punição efetiva. Ainda de acordo com Vasconcelos, há um problema urgente no combate às queimadas no estado, particularmente por falta de pessoal no Corpo de Bombeiros. Segundo o candidato, “precisamos chamar os concursos que estão esperando para ser empossados e dotar os municípios de um corpo de bombeiros eficiente, com equipamentos necessários”, afirmou. A questão ambiental também faz parte do seu plano, que inclui ações de fiscalização intensificada e combate às queimadas ilegais.

Na área da saúde e educação, Vasconcelos defende que esses setores sejam 100% públicos e que os investimentos sejam fortalecidos para garantir melhores condições de vida aos trabalhadores e uma educação de qualidade para os estudantes. Segundo ele, “o governo deve investir na melhoria das condições de trabalho dos profissionais de saúde e educação, garantindo salários dignos e uma boa estrutura nas escolas e unidades de saúde”. Ainda na entrevista, o candidato ressaltou que também é necessário fortalecer políticas de emprego, defendendo os interesses da classe trabalhadora e assegurando a preservação de empregos, como no caso dos trabalhadores dos Correios, que, segundo ele, não devem ter perdas salariais ou de postos de trabalho.

Durante a série de entrevistas, a Rede Amazônica exibiu as propostas de cada candidato ao longo de programas ao vivo, com duração de meia hora cada. As escolhas dos entrevistados ocorreram por sorteio e compreenderam os quatro candidatos com pelo menos 5% das intenções de voto na primeira pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest. Essa iniciativa visa dar espaço às principais alternativas ao governo do Amazonas nas eleições de 2026, segundo informações do próprio veículo de comunicação. É importante destacar que as declarações de Vasconcelos ainda não tiveram confirmação oficial de certas medidas, e o próprio clube não se pronunciou a respeito de possíveis ações adicionais à sua plataforma. A expectativa é que, até o momento, suas propostas gerem debates acerca do futuro do estado, especialmente na área de segurança, saúde e meio ambiente.

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O que sabemos?

  • Candidato ao governo do Amazonas é Gilberto Vasconcelos pelo PSTU.
  • Ele propõe reforçar investigações criminais e uso de câmeras corporais por agentes de segurança.
  • Vasconcelos defende saúde e educação públicas 100%.
  • Planos incluem ações para combate às queimadas, com mais fiscalização.
  • A entrevista foi exibida na Rede Amazônica entre os dias 14 e 17 de agosto.

Fontes

  • G1 imprensa
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