Política

Câmara aprova fim da obrigatoriedade de férias escolares durante Copa do Mundo feminina de 2027

Em apuração ?

Projeto derruba lei que previa pausa nas aulas durante o torneio, agora cabe às escolas decidir sobre o calendário

Estudantes em sala de aula com bola de futebol ao fundo
Imagem: Folha de S.Paulo

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que elimina a necessidade de escolas marcarem férias no primeiro semestre de 2027 durante a Copa do Mundo de futebol feminino, que ocorrerá no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho. A decisão ainda segue para análise do Senado.

Em uma votação simbólica nesta segunda-feira (31), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que revoga a obrigatoriedade de as escolas brasileiras ajustarem suas férias para coincidir com a Copa do Mundo de futebol feminino de 2027. O torneio será sediado pelo Brasil e está marcado para acontecer entre 24 de junho e 25 de julho daquele ano.

A decisão desmonta uma exigência anteriormente estipulada por lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho deste ano, que determinava que os calendários escolares do ensino público e privado deveriam garantir férias durante toda a duração do campeonato. Com a mudança aprovada, as instituições de ensino terão liberdade para decidir se manterão as férias nesse período ou não, desde que respeitem a carga horária anual mínima de 200 dias prevista pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, a votação ocorreu em meio a um esforço concentrado da Câmara nesta semana, que antecede o recesso eleitoral de outubro. O método simbólico não revela o número exato de votos, mas evidenciou um consenso suficiente para passar o projeto para o Senado, onde tramitará antes de ser sancionado definitivamente.

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O que sabemos?

  • A Câmara dos Deputados aprovou projeto que acaba com a obrigatoriedade de férias escolares durante a Copa do Mundo feminina de 2027.
  • O torneio será realizado no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.
  • A decisão foi tomada em votação simbólica e segue agora para o Senado.
  • A informação foi divulgada até agora apenas pela Folha de S.Paulo e ainda carece de confirmação por outras fontes.

Fontes

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