Mulher que acusou Jay-Z de estupro admite falsas alegações após retratação
Declarações sobre suposto ataque de rapper e Sean 'Diddy' Combs são consideradas falsas pela própria vítima
Uma mulher que acusou publicamente Jay-Z e Sean Combs de estupro em 2000 revelou que suas denúncias eram falsas. Ela afirmou que fez as acusações sob influência de um anúncio no Facebook, e agora busca finalizar o caso.
Segundo informações de um documento judicial ao qual a AFP teve acesso, a mulher que acusou o rapper norte-americano Jay-Z — cujo nome verdadeiro é Shawn Carter — de ter a estuprado quando ela tinha 13 anos, afirmou recentemente que suas declarações não passavam de falsas acusações. A denúncia inicial havia sido feita no segundo semestre de 2024, após a mulher ter visto um anúncio no Facebook que incentivava possíveis vítimas de Sean "Diddy" Combs a prestar depoimentos, o que a levou a relembrar um suposto estupro ocorrido na infância. No documento, ela declarou: "Eu nunca conheci nem conversei com o senhor Carter. O senhor Carter nunca teve qualquer conduta imprópria comigo. Minhas declarações de que o senhor Carter e o senhor Combs me estupraram enquanto uma terceira celebridade observava são falsas". Ainda de acordo com a mesma fonte, ela não confirmou nenhuma relação com os acusados e afirmou que suas alegações eram falsas e feitas sob influência de uma campanha de incentivos. Após essa retratação, os advogados de Jay-Z anunciaram o encerramento de uma ação judicial iniciada contra a mulher e seus advogados, o que indica que o caso deve ser arquivado. A identidade da mulher permanece anônima e, até o momento, o clube legal de Jay-Z não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
O que sabemos?
- A mulher acusou Jay-Z e Sean 'Diddy' Combs de estupro em 2000.
- Ela fez as acusações após ver um anúncio no Facebook em 2024.
- Na denúncia, ela afirmou que foi agredida após evento em setembro de 2000.
- Ela mudou sua versão e declarou que suas acusações eram falsas.
- Advogados de Jay-Z estão encerrando a ação judicial contra ela.
Fontes
- Folha de S.Paulo imprensa
- UOL Notícias imprensa





