Policial

Funcionária de hospital em Divinópolis é investigada por aplicar golpes de empréstimos em colegas

Em apuração ?

Suspeita de estelionato usava informações bancárias de colegas de trabalho para contrair dívidas não reconhecidas, somando mais de R$ 23 mil

Imagem: G1

Uma funcionária de 31 anos do Hospital de Divinópolis está sendo investigada por supostos golpes financeiros contra colegas de trabalho. Segundo a Polícia Civil, ela teria contratado empréstimos utilizando os dados de pelo menos seis colegas, sem autorização, entre agosto e setembro de 2023.

Uma funcionária de 31 anos de um hospital em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, é alvo de uma investigação policial por suspeita de aplicar golpes de estelionato envolvendo empréstimos não autorizados em colegas de trabalho. Segundo informações confirmadas pela Polícia Civil nesta quinta-feira (24), a suspeita não foi presa até o momento.

A apuração teve início após uma das vítimas perceber que diversos empréstimos haviam sido contratados em seu nome e canalizados para uma conta bancária vinculada à própria suspeita. A vítima, que trabalha como auxiliar de limpeza no hospital, relatou ao portal que só descobriu a fraude depois de verificar um débito em sua conta bancária, momento em que foi orientada pelo banco a procurar ajuda jurídica. Ela explicou que, enquanto mantinha uma relação amistosa com a suspeita, a mesma lhe pediu os dados bancários sob a justificativa de necessidade de movimentar dinheiro para o pai, alegando que seu banco estaria em greve.

Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, os golpes ocorreram entre 17 de agosto e 22 de setembro deste ano e, até o momento, pelo menos seis pessoas teriam sido vítimas das ações da suspeita. Ainda não há confirmação oficial sobre o número exato de vítimas ou a soma total das dívidas, mas uma disparidade de R$ 23.744 foi registrada. As informações indicam que a funcionária teria contratado ao menos dois empréstimos por meio de uma conta dela mesma, cujos valores foram transferidos para a conta vinculada às contratações ilegais.

A polícia apura a dinâmica dos golpes e busca identificar se há outras vítimas ou registros semelhantes que possam indicar um padrão mais amplo de criminalidade. A suspeita, que trabalhava como camareira no hospital, não foi detida até o momento, e o hospital ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Uma das vítimas afirmou que nunca desconfiou da colega, pois ela era considerada carinhosa e amigável por todos no ambiente de trabalho, além de manter uma relação próxima com alguns funcionários.

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Segundo a vítima, a justificativa apresentada para o uso de suas informações bancárias foi a de que o banco da suspeita estaria em greve, e ela precisaria realizar uma movimentação financeira para enviar dinheiro ao pai. No entanto, o resultado foi a descoberta de várias dívidas, além da necessidade de buscar orientação jurídica para entender a origem das contratações fraudulentas.

O caso ganhou atenção por revelar uma situação de vulnerabilidade no cotidiano de funcionários de um hospital, onde, aparentemente, há uma relação de confiança que foi explorada por alguém que usou esse vínculo para cometer fraudes financeiras. A Polícia Civil afirmou que vai continuar as investigações para esclarecer detalhes da operação e, caso sejam identificadas outras vítimas ou possíveis envolvidos, novas ações poderão ser tomadas, incluindo a possível responsabilização da suspeita sob a acusação de estelionato.

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O que sabemos?

  • Funcionária de 31 anos de hospital em Divinópolis é suspeita de aplicar golpes de empréstimos em colegas.
  • Ao menos seis pessoas foram vítimas, com prejuízo total de aproximadamente R$ 23.744.
  • Os golpes teriam ocorrido entre 17 de agosto e 22 de setembro de 2023.
  • Suspeita teria contratado empréstimos usando dados de colegas, transferindo o dinheiro para sua própria conta.
  • Ela alegou que precisou usar informações bancárias das vítimas por causa de uma alegada greve no banco dela.

Fontes

  • G1 imprensa
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