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Tensão no Estreito de Ormuz envolve navios e ataques entre EUA e Irã

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Incidentes marítimos e trocas de fogo aumentam a instabilidade na região do Golfo Pérsico

Navios próximos ao Estreito de Ormuz em meio a tensão regional
Imagem: CNN Brasil

Navios foram avistados próximos ao Estreito de Ormuz em meio ao clima de tensão. Os Estados Unidos e o Irã protagonizaram ataques militares, enquanto negociações de paz estão travadas.

Nesta segunda-feira (31), imagens divulgadas pela Reuters mostraram embarcações próximas ao Estreito de Ormuz na costa de Musandam, em Omã, região que se tornou palco de uma escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã nos últimos dias. A atual situação inclui ataques militares, como um ataque a um petroleiro e ações contra bases aéreas, elevando o risco de conflito na área estratégica que é uma das rotas comerciais mais importantes do mundo.

Segundo a mesma fonte, as forças americanas realizaram ataques na ilha iraniana de Larak, no domingo (30), atingindo dois lançadores de mísseis. Essas ações aconteceram após uma série de ataques e respostas que elevam a tensão na zona. Ainda de acordo com as informações, o presidente dos EUA afirmou, por meio de uma publicação nas redes sociais, que o centro energético iraniano na ilha de Kharg estaria sendo "reduzido a escombros", mas o Irã negou o ataque e disse que as operações de petróleo continuavam.

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O que sabemos?

  • Navios foram vistos perto do Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (31), na costa de Musandam, em Omã.
  • As forças dos Estados Unidos atacaram dois lançadores na ilha iraniana de Larak, no Estreito de Ormuz, no domingo (30).
  • Em resposta, o Irã atacou duas bases aéreas dos EUA na Jordânia, segundo mídia iraniana.
  • Um petroleiro foi atingido por três projéteis ao sair do Estreito de Ormuz, 17 milhas a leste de Khasab, em Omã, segundo a agência britânica UKMTO.
  • O presidente dos EUA afirmou que o centro energético na ilha de Kharg estava sendo atacado, mas o Irã negou o ataque e informou que as operações de petróleo continuavam.
  • As negociações para encerrar o conflito estão em impasse, enquanto mediadores trabalham para reabrir o Estreito de Ormuz.

Fontes

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