Renê do Fluminense fala sobre ser subestimado e sua carreira de destaque
Lateral revela confiança e autoestima ao analisar trajetória no futebol brasileiro
Renê, lateral do Fluminense, comenta sobre sua trajetória, desempenho e percepção de subestimação na carreira. O jogador, que saiu de uma cidade do Piauí, relata sua evolução técnica e aproveitamento físico sem sinais de queda aos 34 anos.
Renê, lateral-esquerdo do Fluminense, construiu uma carreira marcada por conquistas e por superar a desconfiança inicial de muita gente. Nascido em Picos, uma pequena cidade do interior do Piauí com cerca de 80 mil habitantes, ele relata que sua paixão pelo futebol começou ainda na infância, na cidade onde jogava em times locais antes de se destacar nas categorias de base. Segundo o próprio jogador, jogar em times de massa e em grandes estádios é algo que valoriza bastante: "Jogo em estádios que cabem minha cidade toda", afirmou em entrevista exclusiva ao ge. Apesar do sucesso, Renê diz que sempre enfrenta críticas à sua performance, associando-as à sua sensação de ser "subestimado". Ele comenta que, ao longo de sua trajetória, essa sensação se tornou uma constante, mas que não dá muita bola para isso: "O que vale é o que eu penso sobre mim, o que meus companheiros e o treinador acham."
Com 34 anos, Renê garante estar no melhor momento de sua forma física e técnica. Ele explica que seu bom desempenho se deve, em grande parte, ao cuidado com a preparação, incluindo investimentos em infraestrutura para recuperação em casa, como manta de LED e outras tecnologias. Ele também destaca a importância do entendimento do jogo, influenciado por conversas com jogadores experientes como Thiago Silva. "Tenho aprendido bastante com ele, acho que vivo o meu melhor momento de leitura e entendimento do jogo. Isso me ajuda bastante dentro de campo", afirmou. A evolução na posição também foi notada por ele próprio. Antes mais ofensivo, com preferência por ultrapassagens e cruzamentos, Renê comenta que vem atuando com mais contenção e contribuindo pelo meio-campo, ao lado de volantes como Martinelli e Hércules. "Fui evoluindo com o tempo, entendi que não é só físico, tem que pensar também", explica.
O jogador celebrou sua permanência no time e a vaga na próxima Libertadores, além de comentar sobre uma possível final entre Flamengo e Fluminense, considerando que essa seria uma ocasião especial para ele: "Seria muito bacana, uma final com os dois times da minha cidade, minha casa, minha paixão." Ainda que o momento seja de orgulho e confiança, Renê também fala sobre a rotina de preparação e demais cuidados físicos, mantendo a alta performance e se sentindo em destaque na carreira. Quando questionado sobre o segredo para seu alto desempenho, brinca que é "muito arroz com feijão": "Tenho uma rotina simples, mas com disciplina, que tem dado resultado." A trajetória dele reflete uma combinação de talento, trabalho duro e uma evolução técnica que acompanha a modernização do futebol, na qual laterais se tornaram quase como zagueiros, com funções mais estratégicas que físicas.
O que sabemos?
- Renê é lateral do Fluminense.
- Nascido em Picos, Piauí.
- Tem 34 anos e afirma estar no auge da carreira.
- Investimentos em infraestrutura contribuem para sua recuperação física.
- Ele se sente subestimado, mas mantém alta autoestima.
Fontes
- ge fonte especializada





