Economia

Bancos expandem oferta de criptomoedas em meio ao avanço da regulamentação no Brasil

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Instituições financeiras passaram a disponibilizar mais de uma dezena de ativos virtuais a seus clientes, acompanhando as mudanças regulatórias.

Imagem: Folha de S.Paulo

Nos últimos anos, bancos brasileiros aumentaram seus produtos de criptomoedas, incluindo diferentes tipos de criptoativos, em resposta ao desenvolvimento da legislação do setor. Analistas alertam para a necessidade de cautela diante da alta volatilidade desses ativos.

Nos últimos anos, bancos no Brasil ampliaram significativamente a oferta de produtos relacionados a criptomoedas para seus clientes, uma movimentação que acompanha o avanço da regulamentação do setor no país. Segundo fontes do mercado financeiro, instituições como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Nubank passaram a disponibilizar mais de uma dezena de diferentes ativos virtuais, além do tradicional bitcoin, que até então era o principal criptoativo oferecido ao público.

As criptomoedas funcionam por meio de redes de computadores que registram e validam transações de forma descentralizada, sem a necessidade de um sistema centralizado como o de um banco. Além do bitcoin, que é a mais conhecida, existem milhares de outros ativos, cada um com características distintas. Entre eles, destaca-se o ether, ligado à rede Ethereum, e as stablecoins, que buscam manter seu valor relativamente estável, geralmente atrelado ao dólar. Segundo ainda não confirmado oficialmente, esse movimento por parte do setor bancário reflete uma tendência natural de adaptação às mudanças regulatórias e às novas demandas de investidores.

No entanto, especialistas alertam que investir em criptoativos exige cuidados redobrados. Dados revelam que a volatilidade dessas moedas digitais é muito maior do que a de ações convencionais. Ainda de acordo com as fontes, uma ação pode cair 4% ou 5% em um dia ruim, mas os criptoativos podem apresentar movimentos mais rápidos e mais acentuados, o que exige do investidor maior tolerância ao risco. Segundo uma fonte, "há variações de preços maiores do que em ações. Uma ação pode cair 4% ou 5% em um dia ruim. Em cripto, esses movimentos podem ser muito mais rápidos e maiores".

Essa crescente oferta de ativos digitais por bancos brasileiros atende a uma demanda crescente por parte de investidores que querem diversificar seus portfólios, mas também levanta questões acerca dos riscos envolvidos neste mercado, que ainda está em fase de regulamentação. Até o momento, o setor ainda não confirmou oficialmente uma regulamentação definitiva, o que reforça a necessidade de cautela por parte dos investidores. O movimento de expansão e novidades no setor financeiro brasileiro mostra um cenário que deve se consolidar ainda mais nos próximos meses, enquanto o país aprimora suas regras sobre criptoativos.

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O que sabemos?

  • Bancos brasileiros aumentaram a oferta de criptoativos nos últimos anos.
  • Instituições como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Nubank estão envolvidos.
  • Diversidade de ativos inclui bitcoin, ether, stablecoins, entre outros.
  • Investimentos em criptoativos apresentam alta volatilidade, com movimentos de preços rápidos e intensos.

Fontes

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