Ciência

Pesquisadores identificam padrões imunológicos que podem indicar resposta à vacina contra Covid-19

Em apuração ?

Estudo da Universidade Estadual do Arizona usa inteligência artificial para analisar sinais imunológicos antes da vacinação

Análise de sangue com microscópio e gráficos de inteligência artificial
Imagem: Revista Galileu

Análise de amostras de sangue de mais de quatro mil pessoas buscou identificar padrões imunológicos capazes de antecipar respostas à vacina contra Covid-19.

Um estudo recente publicado na revista científica Cell Press Blue investigou a possibilidade de prever, antes da aplicação da vacina, a intensidade da resposta imunológica de uma pessoa. Pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona (ASU), nos Estados Unidos, analisaram "assinaturas de anticorpos" — padrões no sangue — para entender como o corpo pode reagir ao imunizante.

A equipe da ASU analisou 8.687 amostras de sangue coletadas de 4.089 indivíduos, testando a reação a 185 antígenos diferentes. Diante do volume de dados, os cientistas utilizaram inteligência artificial para identificar padrões nessas amostras, coletadas antes e depois da vacinação contra a Covid-19.

O estudo não mediu apenas a produção de anticorpos após a vacinação, mas buscou compreender se sinais imunológicos pré-existentes no organismo poderiam estar relacionados ao grau de resposta do paciente. Fatores como idade, sexo, genética, histórico de doenças e condições de saúde foram considerados nas análises.

Segundo Joshua LaBaer, pesquisador da ASU, "Isso sugere que algumas pessoas podem estar mais preparadas imunologicamente do que outras".

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O que sabemos?

  • Análise de mais de 8.600 amostras de sangue de cerca de 4.000 pessoas foi realizada para investigar padrões imunológicos.
  • Os pesquisadores utilizaram inteligência artificial para identificar padrões em amostras coletadas antes e depois da vacinação contra Covid-19.
  • O estudo buscou identificar se sinais pré-existentes no sangue estariam relacionados à intensidade da resposta à vacina.
  • Fatores como idade, sexo, genética, histórico de doenças e condições de saúde foram considerados na análise.
  • Segundo o pesquisador Joshua LaBaer, os dados sugerem que algumas pessoas podem estar mais preparadas imunologicamente que outras.

O que ainda não foi confirmado?

  • Informação divulgada apenas pela Revista Galileu; aguardando outras fontes.

Fontes

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