Eleitores de MS enfrentam votação às cegas devido à falta de energia em várias cidades
Interrupções no fornecimento de energia causaram dificuldades durante o primeiro turno das eleições no estado
Nove cidades de Mato Grosso do Sul tiveram problemas com queda de energia neste domingo, dia de eleição. Apesar do problema, a votação prosseguiu normalmente graças às urnas eletrônicas com bateria de emergência.
Neste domingo, durante o primeiro turno das eleições em Mato Grosso do Sul, eleitores de pelo menos nove cidades enfrentaram dificuldades devido a quedas de energia que afetaram locais de votação na região. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), as interrupções ocorreram em cidades como Jateí, Iguatemi, Ponta Porã, Dourados, Angélica, Bataguassu, Brasilândia, Corguinho e no distrito de Fala Verdade, além do Assentamento Mutum, em Ribas do Rio Pardo. Também houve registros de oscilações na capital, Campo Grande. Apesar das adversidades, o TRE afirmou que a votação seguiu normalmente, uma vez que as urnas eletrônicas contam com baterias internas com autonomia de aproximadamente 12 horas, o que permitiu que o processo eleitoral continuasse mesmo com a falta de energia momentânea.
De acordo com a fonte oficial, a energia nas cidades foi suspensa por motivos relacionados às condições climáticas, como chuvas, que ocasionaram as falhas pontuais no fornecimento. A concessionária responsável, Energisa, foi notificada sobre os incidentes, mas a própria empresa afirmou que nenhuma cidade teve o fornecimento totalmente interrompido. Ainda assim, moradores de locais como Dourados relataram que áreas inteiras ficaram sem luz, incluindo toda a aldeia Bororó e parte da aldeia Jaguapiru. Em entrevista ao G1, um agricultor da região comentou que “foi meio difícil porque está escuro, está sem energia, mas consegui votar em todos os candidatos”.
O episódio gerou transtornos e chamou atenção para a vulnerabilidade do fornecimento de energia em dias de clima mais instável, além de destacar a eficiência das urnas eletrônicas, que funcionaram sem problemas mesmo na ausência de energia na rede. O Tribunal reforçou que não há indícios de interferências externas ou problemas de segurança relacionados às ocorrências, e que o procedimento adotado foi garantir a continuidade do processo eleitoral. A situação reforça, ainda, a importância de equipamentos de contingência, que neste caso evitaram que o apagão comprometesse a validade da votação.
Por fim, a tranquilidade na condução do pleito, mesmo diante de eventos adversos, foi motivo de destaque na cobertura, demonstrando que a tecnologia das urnas é um fator essencial para a segurança e confiabilidade do processo eleitoral brasileiro, mesmo em momentos de instabilidade mediante fatores externos.
O que sabemos?
- Nove cidades de MS tiveram queda de energia durante a votação.
- Urnas eletrônicas funcionaram com baterias, garantindo a continuidade do voto.
- Incidentes ocorreram em cidades como Dourados, Ponta Porã, Iguatemi e Campo Grande.
- A Energisa foi comunicada, mas afirmou que nenhuma cidade teve energia totalmente interrompida.
- Moradores relataram dificuldades devido à falta de luz, mas eleitores conseguiram votar normalmente.
Fontes
- G1 imprensa
- CNN Brasil imprensa



