Como a nova escolha de fornecedor pode reduzir sua conta de luz em até 22%
Entenda a abertura do mercado livre de energia para consumidores residenciais e pequenos negócios
O governo federal assinou um decreto que permite aos consumidores de baixa tensão, como residências e pequenos comércios, escolherem o fornecedor de energia elétrica. A mudança será gradual e pode gerar economia significativa na conta de luz, segundo especialistas da USP.
O governo federal assinou um decreto que permitirá que consumidores de baixa tensão — como residências, padarias, escritórios e pequenas oficinas — escolham livremente seu fornecedor de energia elétrica. A iniciativa segue a lógica da escolha da operadora de telefonia celular, aproximando o setor do consumidor final.
Até então, o mercado livre de energia era acessível principalmente a grandes consumidores comerciais e industriais. Segundo o governo, a mudança vai impactar dezenas de milhões de brasileiros e será implementada por meio de um cronograma escalonado, para facilitar a adaptação às novas regras.
Conforme as contas oficiais do governo, consumidores que migrarem para o mercado livre poderão reduzir de 20% a 22% o custo da parcela da conta relacionada à energia consumida.
O professor Fernando de Lima Caneppele, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP em Pirassununga (SP) e especialista em energia renovável, explicou os impactos dessa mudança para o dia a dia das pessoas. Ele é coprodutor da Série Energia, iniciativa jornalística em parceria com o jornalista Ferraz Júnior da Rádio USP de Ribeirão Preto, que traz análises e orientações sobre o tema.
A Série Energia pode ser acessada pela Rádio USP no FM 107,9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo disponível para celulares Android e iOS.
O que sabemos?
- O governo federal assinou um decreto que permite consumidores de baixa tensão escolherem seu fornecedor de energia elétrica.
- O mercado livre de energia, até então, era restrito a grandes consumidores comerciais e industriais.
- A mudança será gradual, com cronograma escalonado.
- O governo estima que consumidores que migrarem poderão reduzir de 20% a 22% na parcela da conta relacionada à energia consumida.
- O professor Fernando de Lima Caneppele, especialista em energia renovável na USP, explicou os impactos da mudança.
- A Série Energia é uma iniciativa jornalística da Rádio USP que aborda o tema.
O que ainda não foi confirmado?
- Informação divulgada apenas pelo Jornal da USP; aguarda confirmação por outras fontes.
Fontes
- Jornal da USP fonte oficial
