Política

Crise em Cuba: apagões de até 40 horas e acusações do governo americano

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Situação grave na ilha caribenha é agravada por bloqueio energético e denúncias de genocídio silencioso

Mapa de Cuba destacando zonas afetadas por apagões.
Imagem: Folha de S.Paulo

Desde janeiro de 2026, Cuba enfrenta apagões prolongados, falta de recursos essenciais e acusações formais de medidas que, segundo o governo cubano, representam um genocídio silencioso promovido pelos Estados Unidos.

Segundo fontes da Folha de S.Paulo, Cuba vive atualmente um dos momentos mais críticos de sua história recente. Desde janeiro de 2026, a ilha sofre com um bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos, que praticamente impede a chegada de combustível ao território cubano, agravando uma crise que há anos assola o país. Essa situação provoca apagões de até 40 horas seguidas, além de escassez de água, transporte, remédios e alimentos essenciais para a população.

Na entrevista publicada em agosto, a colunista Mônica Bergamo conversou pessoalmente com o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, que não poupou críticas às ações externas. Segundo o líder, os Estados Unidos estão promovendo um “genocídio silencioso” contra o povo cubano. Ele citou dados que apontam que a mortalidade infantil em Cuba dobrou em relação ao período anterior à crise, e destacou que milhares de pacientes estão sem acesso a tratamentos por falta de remédios e energia.

O cenário traçado por Díaz-Canel reforça a complexidade da relação conflituosa entre Cuba e os Estados Unidos, uma história que remonta à Revolução de 1959 e que frequentemente é tema de questões no vestibular na disciplina de ciências humanas. Apesar das transformações profundas ao longo do século 20, o país hoje enfrenta dificuldades agravadas por fatores externos, de acordo com as informações disponíveis.

Ainda não há confirmações oficiais de que a crise atual seja fruto de ações intencionais ou de uma política de genocídio por parte dos Estados Unidos, mas o discurso do presidente cubano indica a gravidade do momento. A situação humanitária se deteriora, o que é motivo de preocupação internacional, e o governo cubano continua a denunciar a política de bloqueio como responsável por muitos dos problemas enfrentados pela população, enquanto o país busca alternativas de abastecimento e apoio internacional.

Este episódio evidencia uma das crises mais severas vividas pela ilha e reativa um tema frequente em estudos históricos e provas de vestibular, de como conflitos históricos e políticas externas podem influenciar profundamente a vida cotidiana de uma nação.

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O que sabemos?

  • Desde janeiro de 2026, Cuba enfrenta bloqueio energético dos EUA.
  • Apagões de até 40 horas consecutivas ocorrem na ilha.
  • Mortalidade infantil dobrou na crise, segundo Cuba.
  • Milhares de pacientes sem acesso a remédios ou tratamento.
  • Presidente cubano acusa os EUA de promover genocídio silencioso.

Fontes

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