Mulher é presa por ameaças eleitorais contra políticos e comerciantes no Ceará
Investigada repassava dados de vítimas para organização criminosa com integrantes na Rocinha, Rio de Janeiro
Uma mulher de 25 anos foi detida em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza, suspeita de integrar grupo que fazia ameaças eleitorais em Capistrano, Ceará. A prisão eleva para 15 o total de detenções relacionadas a crimes eleitorais em 2026.
Uma mulher de 25 anos foi presa na última segunda-feira (31) no Ceará sob suspeita de participar de um esquema de ameaças eleitorais contra políticos e comerciantes da cidade de Capistrano, localizada no interior do estado. Segundo a Polícia Civil, a suspeita atuava como intermediária, repassando informações das vítimas para integrantes de uma organização criminosa que estariam escondidos na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro.
De acordo com a Secretaria da Segurança, a operação realizada pela Delegacia de Combate às Ações Criminosas Organizadas (Draco) identificou e capturou a mulher em uma residência em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza. A polícia informou que ela foi autuada em flagrante pela acusação de integrar uma organização criminosa ultraviolenta.
O órgão detalhou que as informações fornecidas pela investigada serviam como base para o envio das ameaças, feitas por meio de mensagens diretamente às vítimas — entre elas, políticos locais e comerciantes de Capistrano. A Delegacia, especializada no combate a crimes organizados, vem atuando para desarticular esses grupos que têm atuado no contexto eleitoral de 2026.
Segundo a Secretaria da Segurança, com essa prisão o total de detidos relacionados a crimes eleitorais neste ano já chega a 15 pessoas. A polícia não divulgou o nome da mulher presa para preservar a investigação, e a identidade das demais vítimas também não foi informada.
O que sabemos?
- Mulher de 25 anos foi presa nesta segunda-feira (31) no Ceará suspeita de ameaças eleitorais contra políticos e comerciantes de Capistrano.
- Ela repassava informações das vítimas para integrantes de uma organização criminosa que estariam na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro.
- A prisão foi realizada pela Delegacia de Combate às Ações Criminosas Organizadas (Draco) em uma residência em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza.
- A mulher foi autuada em flagrante por integrar organização criminosa ultraviolenta.
- As informações fornecidas por ela serviam de base para ameaças feitas por mensagens às vítimas.
- Com essa prisão, o total de detenções relacionadas a crimes eleitorais em 2026 chega a 15.
- A polícia não divulgou a identidade da mulher presa nem das vítimas.
Fontes
- G1 imprensa





