Menina de 10 anos denuncia estupro do padrasto em Santa Luzia (MG) por meio de carta
Vídeo entregue pela mãe à polícia mostra abordagem do suspeito; ele foi detido e depois liberado
Em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, uma criança afirmou sofrer abuso sexual do padrasto desde os 8 anos. O caso foi registrado por carta e vídeo, e está sob investigação da Polícia Civil.
Uma menina de 10 anos denunciou o padrasto por estupro na cidade de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A denúncia foi feita por meio de uma carta entregue à mãe, na qual a criança relatou que era vítima de abuso desde os 8 anos e que estava "cansada disso". Segundo a carta, o suspeito, de 31 anos, abusava da menina há aproximadamente dois anos.
Após receber o bilhete, a mãe da menina instalou uma câmera interna na residência para registrar possíveis abusos e entregou o vídeo à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Santa Luzia. A Polícia Civil anexou o material ao inquérito policial que investiga o caso.
O homem chegou a ser detido durante um patrulhamento pela Polícia Militar e prestou depoimento. Contudo, ele foi liberado pois, conforme a Polícia Civil, não estavam presentes os requisitos legais para manter a prisão em flagrante. O caso está sendo investigado com prioridade, e foi solicitado uma medida protetiva para garantir a segurança e o bem-estar da criança.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou mais informações sobre o andamento das investigações, e nenhum outro pronunciamento oficial foi registrado pelo suspeito ou pela defesa. A divulgação dos fatos se baseia em informações do G1.
O que sabemos?
- Uma menina de 10 anos denunciou o padrasto por estupro em Santa Luzia (MG).
- A denúncia foi feita por meio de uma carta entregue à mãe, na qual a criança relatou que era vítima desde os 8 anos.
- A mãe instalou uma câmera interna e entregou um vídeo à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Santa Luzia.
- O material foi anexado ao inquérito policial que investiga o caso.
- O suspeito, de 31 anos, foi detido pela Polícia Militar, prestou depoimento e foi liberado por não haver requisitos legais para prisão em flagrante.
- A Polícia Civil conduz as investigações com prioridade e solicitou medida protetiva para a criança.
- Até o momento, não há outras informações públicas divulgadas pela Polícia Civil, pelo suspeito ou pela defesa.
Fontes
- G1 imprensa



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