Dupla é condenada a 28 anos por assassinato de PM reformado em Belém
Réus teriam matado policial para quitar dívida com facção; crime ocorreu em novembro de 2024
Felipe Ivan Pinheiro dos Santos e Micael Merellis Neves foram condenados pelo homicídio qualificado do soldado reformado Alberto de Sousa da Silva, de 62 anos, morto a tiros no Conjunto Panorama XXI, em Belém.
Dois homens foram condenados a 28 anos de prisão em regime fechado pela morte do soldado reformado Alberto de Sousa da Silva, de 62 anos, assassinado a tiros em Belém. O caso aconteceu em 5 de novembro de 2024, por volta das 22h, no Conjunto Panorama XXI, conforme informações do julgamento que ocorreu nesta terça-feira (1º) no 3º Tribunal do Júri da cidade.
Segundo a acusação, os réus Felipe Ivan Pinheiro dos Santos, conhecido como Turu, e Micael Merellis Neves, apelidado de Molequinho ou Coé, executaram o crime para quitar uma dívida com uma facção criminosa. A facção teria exigido a morte de um policial como forma de pagamento. O Conselho de Sentença, depois de analisar as provas, considerou ambos culpados pelo homicídio qualificado.
O promotor de Justiça Nadilson Portilho Gomes conduziu a acusação e sustentou que os réus receberam a missão de executar o policial para saldar compromissos com a organização criminosa. As defesas foram feitas pelo defensor público Rafael Sarges, que representou Micael, e pelo advogado João Vitor Salomão da Silva Nascimento, que defendeu Felipe. A sentença aplica 28 anos de reclusão para cada um, em regime inicialmente fechado.
A vítima, soldado reformado de 62 anos, foi morta a tiros na noite do crime, que ocorreu no bairro Conjunto Panorama XXI, em Belém.
A sentença ainda pode ser objeto de recursos jurídicos, conforme previsto nas regras do processo penal.
O que sabemos?
- Dois homens foram condenados a 28 anos de prisão em regime fechado pela morte do soldado reformado Alberto de Sousa da Silva, de 62 anos.
- O crime ocorreu em 5 de novembro de 2024, por volta das 22h, no Conjunto Panorama XXI, em Belém.
- Felipe Ivan Pinheiro dos Santos e Micael Merellis Neves foram os réus condenados, conhecidos pelos apelidos Turu, Molequinho ou Coé.
- Segundo a acusação, o crime foi cometido para quitar uma dívida com uma facção criminosa, que exigiu a execução de um policial.
- O Conselho de Sentença considerou os réus culpados pelo homicídio qualificado.
- O promotor de Justiça Nadilson Portilho Gomes sustentou a acusação.
- A defesa de Micael foi feita pelo defensor público Rafael Sarges, e a de Felipe pelo advogado João Vitor Salomão da Silva Nascimento.
- A sentença estabelece pena de 28 anos para cada réu, em regime inicialmente fechado.
- A sentença pode ser objeto de recurso, conforme as regras do processo penal.
Fontes
- G1 imprensa





