Homem condenado por golpes em aplicativos de namoro é preso em São Paulo
Acusado aplicou fraudes que resultaram em prejuízo de mais de meio milhão de reais a vítimas em diferentes estados
Caio Henrique da Silva Camossatto, que se envolveu com diversas mulheres em aplicativos de relacionamento, foi condenado a mais de seis anos de prisão no Rio de Janeiro e agora está detido em Guarulhos, após ser preso em dezembro de 2024.
Um homem acusado de aplicar golpes financeiros em mulheres através de aplicativos de namoro foi condenado a uma pena de mais de seis anos de prisão no Rio de Janeiro e está atualmente preso em Guarulhos, na Grande São Paulo. Segundo informações confirmadas por fontes judiciais, Caio Henrique da Silva Camossatto, de 27 anos, foi condenado em segunda instância a cumprir 6 anos, 2 meses e 20 dias de prisão, além de pagar uma indenização de R$ 20 mil por danos morais a uma das vítimas. A condenação tomou parte de um processo que transitou em julgado em 21 de setembro passado, confirmou o advogado responsável pela defesa, destacando que o recurso apresentado pela defesa foi indeferido.
O caso veio à tona após uma apuração do próprio Fantástico em 2023 e envolve diversas vítimas em diferentes estados, incluindo o Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo relatos, Caio se apresentava como um fazendeiro de Minas Gerais, bem-sucedido e parente de um bicheiro, alegando possuir contas bancárias bloqueadas pela Receita Federal. Essas histórias, segundo as mulheres, eram usadas por ele para convencer as vítimas a fazer transferências de dinheiro sob argumentos diversos, como necessidades de empréstimos para manter uma fazenda em Goiás ou ajuda financeira por motivos espirituais.
De acordo com uma das vítimas, que transferiu aproximadamente R$ 427 mil, Caio alegava que sua conta tinha sido bloqueada e que precisava de auxílio financeiro para não perder uma propriedade. A mulher relata que só percebeu o golpe quando Caio deixou de cumprir seus compromissos, não devolvendo os valores ou realizando planejadas devoluções, o que indica a possível intenção de fraudar. Além disso, há registros de outros casos em que ele pediu dinheiro alegando trabalhar como espírita e estar sob um
Fontes
- G1 imprensa





