Batalhão de Resposta Avançada Completa Um Mês de Operações em SP
Operação especializada registra avanços na luta contra roubos de celular e impostos na cidade
O Bravo, novo batalhão da Polícia Militar de São Paulo, faz um mês de atividades concentrando abordagens, prisões e apreensões para combater crimes como roubos de celular, furtos e gangues de vidro.
O Batalhão de Resposta Avançada Operacional, conhecido como Bravo, completou um mês de atuação nesta quinta-feira (22), na cidade de São Paulo. Criado para reforçar o combate a roubos de celular, furtos de alianças e ações de gangues responsáveis por crimes como o chamado 'quebra-vidro', o batalhão já realizou milhares de abordagens, levando a resultados que chamam a atenção pelo número de prisões e apreensões.
Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, o grupo realizou cerca de 8.000 abordagens a motociclistas e motoristas ao longo de aproximadamente um mês, entre 22 de setembro e 20 de outubro. Nessa operações, cerca de 5 mil veículos foram vistoriados, sendo que três deles foram recuperados por terem alguma queixa registrada, embora ainda não se saiba se essas denúncias eram de roubos, furtos ou outros motivos. Além disso, o balanço aponta a apreensão de sete telefones celulares, embora não tenha sido esclarecido se esses aparelhos tinham relação com roubos ou pertenciam a suspeitos presos.
Na mesma época, a polícia conseguiu prender 67 pessoas, das quais 19 estavam foragidas da Justiça. Como consequência dessas ações, também foram apreendidos drogas e uma quantia de R$ 6,4 mil em dinheiro. Segundo fontes, a média diária de celulares roubados ou furtados na cidade é de aproximadamente 442, número que reforça a importância de operações como a do Bravo na tentativa de frear esse tipo de crime.
Apesar dos resultados, o governo ainda não confirmou oficialmente se houve uma redução significativa nos índices de criminalidade devido às ações do batalhão ou se os aparelhos apreendidos estavam ligados a crimes específicos. O clube operacional do Bravo reúne policiais em motos, vários deles em dupla, muitos portando fuzis, o que indica uma estratégia para ações rápidas e intensas em áreas de maior incidência criminal.
A atuação desse batalhão, considerada uma espécie de aposta para intensificação da segurança pública na cidade, ainda está em estágio inicial, e as autoridades não se pronunciaram sobre planos futuros ou resultados definitivos. O que se sabe é que a iniciativa visa uma resposta mais ágil e direta às ocorrências diárias, especialmente no combate às gangues responsáveis por ações que têm impacto direto na rotina dos moradores de São Paulo.
O que sabemos?
- Bravo completou um mês de operação em 22 de outubro.
- Foram realizadas aproximadamente 8.000 abordagens a motociclistas e motoristas.
- Cerca de 5.000 veículos foram vistoriados.
- Três veículos foram recuperados.
- Sete celulares foram apreendidos.
- 67 pessoas foram presas, 19 delas foragidas da Justiça.
- A polícia apreendeu drogas e R$ 6.4 mil durante as operações.
Fontes
- UOL Notícias imprensa
- Folha de S.Paulo imprensa





