Futebol

Zagueiro colombiano do Fluminense revela apoio de colegas estrangeiros na adaptação ao Brasil

Em apuração ?

Millán destaca parceria entre jogadores gringos do clube carioca em entrevista exclusiva

Jogadores estrangeiros do Fluminense em treino no CT do Boca Juniors na Argentina
Imagem: ge

Millán, defensor do Fluminense, destacou a importância do apoio dos companheiros estrangeiros na sua chegada ao Brasil e na adaptação ao novo ambiente. O elenco do clube reúne jogadores de diferentes países, que contribuem com a convivência e o entendimento cultural.

Em uma entrevista concedida ao ge, o zagueiro colombiano Millán revelou detalhes sobre a experiência de se integrar ao elenco do Fluminense, destacando o papel fundamental dos companheiros estrangeiros na sua adaptação ao Brasil. Segundo ele, a presença de outros jogadores de diferentes países fez toda a diferença nesse processo, reforçando uma convivência harmoniosa e colaborativa dentro do clube.

De acordo com Millán, atualmente o elenco do Fluminense conta com nove jogadores estrangeiros, número que sobe para 13 se considerarmos também os atletas emprestados. O colombiano, que passou por Nacional e Santa Fe, afirmou que a recepção no clube foi bastante positiva e que a união entre os gringos é evidente, especialmente em treinamentos e momentos de lazer. "Os companheiros sempre estão à disposição para ajudar, seja dentro ou fora do campo. O apoio deles foi fundamental para minha adaptação", declarou o zagueiro.

Na prática, essa integração ficou visível em treinos no CT do Boca Juniors, na Argentina, onde alguns jogadores do Fluminense, como Canobbio, Savarino, Lucho Acosta, Castillo, Freytes, Soteldo, Serna e o próprio Millán, participaram de atividades de aquecimento de forma descontraída. Imagens de treinos no local mostraram os atletas formando roda e brincando antes do início oficial, evidenciando a boa relação entre eles.

Além disso, outros jogadores estrangeiros já haviam destacado a importância de colegas argentinos na adaptação ao clube e ao país. Rodrigo Castillo, por exemplo, revelou que o atacante Cano foi decisivo nesse aspecto ao fornecer orientações sobre moradia, além de ser o primeiro a recebê-lo no clube. Segundo Castillo, Cano passou contatos que facilitaram sua mudança para o Rio de Janeiro, além de oferecer apoio emocional e logístico. "Ele me ajudou muito, e ainda ajuda até hoje, sempre que preciso", contou o atacante.

Da Venezuela, Savarino também reforçou essa relação amistosa, destacando sua sintonia com Soteldo, compatriota, e a boa convivência com os demais colegas estrangeiros. Segundo ele, essa união não fica restrita ao ambiente de treino, estendendo-se ao dia a dia do clube e às partidas. Em suas palavras, "fora do campo temos uma ótima relação com todos, o que torna tudo mais fácil na hora de jogar". Ainda não há confirmação oficial de que o clube tenha instituído programas específicos de integração, mas o que se observa é uma convivência natural e colaborativa entre os estrangeiros do elenco, que, segundo fontes, tem contribuído para uma atmosfera mais confortável para os recém-chegados. Ainda assim, o clube não se pronunciou oficialmente sobre o tema. O que se sabe é que um clima de amizade e colaboração reforça a união do time, importante para o desempenho esportivo e a adaptação cultural dos jogadores internacionais.

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O que sabemos?

  • Millán destaca apoio de colegas estrangeiros na adaptação ao Brasil
  • Elenco do Fluminense conta com nove jogadores estrangeiros, totalizando 13 com emprestados
  • Jogadores estrangeiros do clube mantêm relação amistosa e colaborativa
  • Treinos na Argentina mostraram descontração entre os gringos do elenco

Fontes

  • ge fonte especializada
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