Empreendedora aposta no crescimento do futebol feminino e fatura mais de meio milhão nesse segmento
Gestora de carreiras de jogadoras impulsiona setor que vive momento de expansão no Brasil
A ex-atleta Carol Polh fundou uma empresa há nove anos que atua na gestão de carreira, imagem e contratos de jogadoras, faturando R$ 540 mil no último ano e impulsionada pelo avanço do futebol feminino.
Com o Brasil se consolidando como uma potência crescente no futebol feminino, uma empreendedora investiu na criação de uma empresa dedicada à gestão de carreiras de jogadoras. Segundo informações da fonte, Carol Polh, ex-atleta que atuou em clubes brasileiros, nos Estados Unidos e na Espanha, fundou há nove anos uma startup ao lado do sócio Benito Pedace, voltada exclusivamente a prestar suporte profissional às atletas. O setor tende a se ampliar ainda mais com a proximidade da Copa do Mundo Feminina, que o país receberá pela primeira vez, o que deve estimular não apenas a popularização do esporte, mas também a valorização de negócios relacionados.
A empresa de Carol oferece diversos serviços, que incluem negociação de contratos, captação de patrocínios e consultoria estratégica para clubes e marcas interessadas na modalidade. Entre as profissionais atendidas, está a goleira Thalya Nobre, do Red Bull Bragantino, que afirma que, atualmente, não firma contratos sem consultar sua equipe de gestão. Segundo ela, esse acompanhamento tem facilitado suas negociações com clubes e patrocinadores, além de aumentar sua valorização no mercado. Ainda conforme a fonte, o modelo de remuneração da empresa inclui uma taxa de 5% sobre a gestão de carreira e 15% sobre valores provenientes de parcerias e campanhas publicitárias, além de acompanhamento contínuo das jogadoras, com reuniões periódicas para traçar estratégias de desenvolvimento, identificação de necessidades e conexão com profissionais de saúde e preparação física.
Em termos financeiros, o negócio já registra um faturamento anual de R$ 540 mil, um montante que reflete o crescimento do setor que vive uma fase de ascensão no Brasil. A atuação da empresa também se estende para entidades e clubes, que buscam entender como ampliar sua presença no futebol feminino, buscando desenvolver projetos sustentáveis e adequados à realidade da modalidade. Ainda que essa evolução seja considerada promissora, a fonte ressalta que algumas informações ainda não estão totalmente confirmadas oficialmente, e uma pesquisa mais aprofundada poderá esclarecer os números exatos e a dimensão dessa nova cadeia de negócios.
Com um cenário em franca expansão, gestores de carreira como Carol Polh representam uma tendência de profissionalização do futebol feminino no país, ajudando atletas a se valorizar e promovendo uma mudança cultural e de mercado no esporte. No entanto, as autoridades do setor ainda aguardam confirmações oficiais sobre alguns dados e o impacto exato dessas mudanças no futuro do futebol no Brasil.
O que sabemos?
- Empreendedora fundou uma empresa há nove anos para gestão de carreiras no futebol feminino.
- Empresa fatura aproximadamente R$ 540 mil por ano.
- Atendimento inclui negociação contratual, captação de patrocínios e consultoria.
- Cliente como a goleira Thalya Nobre conta com apoio da equipe de gestão para negociações.
Fontes
- G1 imprensa





