Futebol

Futebol feminino registra recorde de transferências na janela do meio do ano

Em apuração ?

Investimentos atingem mais de R$ 145 milhões, com destaque para contratação do Barcelona de Kerolin

Jogadora comemorando com torcida após transferência
Imagem: ge

A temporada de transferências do futebol feminino em 2026 quebrou recordes, com mais de 28,6 milhões de dólares investidos globalmente. No Brasil, a movimentação também foi significativa, destacando-se a contratação de Kerolin pelo Barcelona.

O mercado do futebol feminino viveu um marco histórico na janela de transferências do meio de 2026, conforme informações divulgadas por uma fonte especializada na área. Segundo dados ainda não confirmados oficialmente, foram investidos mais de 28,6 milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 145,6 milhões, em movimentações internacionais de jogadoras profissionais. Este valor representa mais do que o dobro do registrado na mesma fase do ano passado, marcando um crescimento expressivo e indicando uma crescente valorização do esporte.

Ainda de acordo com a fonte, esse aumento de investimentos resultou na realização de 1.406 transferências internacionais, o que constitui o maior número já contabilizado pela FIFA, maior também que o recorde anterior, refletindo uma expansão de 19,2%. Entre os principais gastos, os países que lideraram os investimentos foram Inglaterra, Espanha, Alemanha, Estados Unidos e Itália, com destaque para o Reino Unido, que liderou em gastos no futebol feminino, investindo cerca de 8 milhões de dólares, com 125 atletas contratadas e 95 vendidas nesta janela.

Na lista dos países que mais receberam valores por transferências, a Suécia ficou em primeiro lugar, arrecadando aproximadamente 4,2 milhões de dólares. Os clubes suecos destacaram-se também na captação de recursos, seguidos de times da Inglaterra, França, Alemanha e Países Baixos. Essas movimentações refletem um mercado cada vez mais aquecido, com clubes investindo cada vez mais na contratação de talento feminino.

No cenário brasileiro, a movimentação também chamou atenção, com 11 aquisições e 20 vendas, movimentando cerca de 39,9 mil dólares (cerca de R$ 203 mil) em transações, além de arrecadas cerca de 748 mil dólares (R$ 3,8 milhões). Dentre as negociações mais relevantes, destaque para a transferência de Kerolin, que saiu do Manchester City para o Barcelona por 1,5 milhão de euros, aproximadamente R$ 8,6 milhões na cotação atual. Segundo informações de uma fonte de mercado, ela se tornou a brasileira mais cara da história e a maior venda já feita pelo Manchester City no futebol feminino, além de ser a maior compra do clube catalão até então.

Outra jogadora brasileira que entrou na lista de recordes foi Leticia Teles, negociada com o Al-Qadsiah, da Arábia Saudita, por cerca de 700 mil dólares (R$ 3,5 milhões). Esse movimento também a colocou como a maior venda do Corinthians Feminino e a segunda maior do futebol brasileiro nesta categoria. Essas movimentações demonstram uma crescente valorização das atletas brasileiras no cenário internacional, apesar de o Brasil ainda ficar na 35ª posição entre os países que mais gastaram na janela de meio de ano.

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O que sabemos?

  • A janela de transferências do futebol feminino em 2026 foi histórica, com mais de 28,6 milhões de dólares investidos.
  • Foram registradas 1.406 transferências internacionais, o maior número já feito pela FIFA.
  • A maior transferência brasileira foi de Kerolin, vendida por cerca de R$ 8,6 milhões ao Barcelona.
  • A Suécia foi o país que mais arrecadou com transferências, cerca de 4,2 milhões de dólares.
  • No Brasil, houve aumento de aproximadamente 5,3% nas receitas com vendas de jogadoras.

Fontes

  • ge fonte especializada
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