Pênalti no fim compromete atuação segura do time em jogo disputado
Falta duvidosa e alguns lampejos defensivos marcam desempenho em partida equilibrada
Mesmo com boas defesas e participação no ataque, erro no lance decisivo roubou os holofotes de uma atuação geralmente sólida dos jogadores, que mostraram esforço tático e físico contra adversário exigente.
O jogo terminou com um sabor amargo para a equipe, que apresentou uma atuação consistente e esforçada, mas viu seu desempenho comprometido pelo pênalti sofrido nos minutos finais. Segundo o ge, o lance foi marcado por uma falta em Viveros, considerada um tanto duvidosa, quando o jogador tentou encaixar a bola e esbarrou no adversário.
Durante a partida, o time foi bastante exigido defensivamente, sobretudo para marcar Mendoza e Leozinho, principais ameaças do adversário. O comandante do gol teve papel fundamental, realizando pelo menos quatro defesas importantes, além de ter corrido bastante para neutralizar as investidas contrárias. Em contrapartida, no segundo gol, a bola foi afastada inadequadamente, possibilitando um chute perigoso de Benavídez.
Na linha ofensiva, houve esforço para avançar e participar da criação das jogadas. Em um momento, inclusive, houve uma finalização após um lance em que a bola sobrou para Canobbio, fazendo o segundo gol para o rival. A defesa foi segura, com o time conseguindo alguns cortes e boas antecipações, especialmente com um jogador que entrou na vaga de Thiago Silva e logo impôs respeito com sua regularidade e presença de área.
Apesar do equilíbrio, a marcação no primeiro gol deixou a desejar, com uma falha de cobertura entre Renê e o zagueiro que dividiu a jogada com ele, permitindo que Leozinho avançasse e concluísse. Para se proteger das rápidas chegadas do Athletico-PR, o elenco recuou um pouco, sacrificando a ofensividade, o que deixou alguns jogadores menos presentes no ataque, mas eficazes na proteção da defesa e no bloqueio das linhas de passe do adversário.
Embora tenham começado o jogo com passes verticais interessantes e participação ativa, alguns jogadores voltaram a colaborar mais na marcação e tiveram dificuldades para construir jogadas na transição ofensiva. No lance do segundo gol, inclusive, a marcação falhou ao atrapalhar Ignácio frente a Aguirre, o responsável pelo passe inicial da jogada. No fim, o pênalti decisivo, com queda rápida do adversário na cobrança, determinou o resultado final, deixando de lado outros aspectos destacados da atuação coletiva.
O que sabemos?
- Pênalti duvidoso cometido em Viveros nos minutos finais
- Goleiro fez ao menos quatro boas defesas durante o jogo
- Time foi exigido especialmente para marcar Mendoza e Leozinho
- No segundo gol, falha no afastamento da bola facilitou o chute de Benavídez
O que ainda não foi confirmado?
- Informação sobre a falta em Viveros divulgada apenas pelo ge, aguardando outras fontes
Fontes
- ge fonte especializada


