Falece Gloria Steinem, ícone do feminismo nos Estados Unidos, aos 92 anos
Fundadora da revista 'Ms.' e ativista de destaque, morreu em Nova York, segundo anúncio oficial.
A renomada jornalista e ativista Gloria Steinem faleceu nesta quarta-feira (2) aos 92 anos em Nova York. Sua morte foi confirmada pela fundação que ela fundou, sem detalhes sobre a causa. Steinem foi uma das principais figuras do movimento feminista nos EUA.
Segundo a fundação de Gloria Steinem, a jornalista, escritora e ativista faleceu pacificamente em sua residência na cidade de Nova York, na quarta-feira (2). Ela tinha 92 anos e foi uma das vozes mais influentes na luta pelos direitos das mulheres, além de ter dedicado sua carreira à promoção da igualdade de gênero. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (3) pelas redes sociais da organização, que ressaltou sua trajetória de quase um século bem vividos e seu incansável trabalho pelo feminismo.
Até o momento, a causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada. A fundação também destacou a habilidade de Steinem em ouvir e acolher as pessoas, atribuindo a ela o mérito de possibilitar que tantas mulheres se sentissem vistas e ouvidas. Sua atuação marcou irreversivelmente o movimento feminista nos Estados Unidos, com destaque para a fundação da revista 'Ms.', voltada à cobertura de temas ligados ao empoderamento feminino.
Steinem começou sua carreira como jornalista e, ao longo dos anos, se consolidou como referência no ativismo. Entre seus trabalhos mais conhecidos, está uma reportagem de 1963 que revelou as condições degradantes dentro do império Playboy de Hugh Hefner, uma missão que ela realizou sob disfarce e que posteriormente gerou reflexões sobre seus próprios métodos. Ainda segundo informações ainda não confirmadas oficialmente, ela acreditava que essa experiência a levou a um novo entendimento de seu papel na luta por direitos e justiça.
Em declarações publicadas por uma de suas fontes, foi ressaltado que o maior dom de Gloria era sua capacidade de escutar os outros e fazer com que se sentissem valorizados. Como uma pioneira do feminismo, ela deixou um legado de palavras, ações e exemplos que inspiraram várias gerações de mulheres e ativistas. Sua morte deixa uma lacuna no cenário dos direitos civis, enquanto sua obra continua a influenciar debates e movimentos sociais em todo o mundo.
O ambiente de ativismo, jornalismo e direitos humanos homenageia sua memória e reconhece a importância de sua contribuição na luta por um mundo mais igualitário. Ainda não há informações oficiais sobre quem ela foi cercada no momento da morte, e o clube ou instituições relacionadas ao seu cuidado não se pronunciaram até o momento. Portanto, o objetivo é aguardar novas confirmações e prestar uma homenagem à sua trajetória que, mesmo com os muitos anos de vida, teve um impacto duradouro na história social dos Estados Unidos.
O que sabemos?
- Gloria Steinem morreu aos 92 anos em Nova York.
- A morte foi anunciada na quinta-feira (3) pela fundação que ela fundou.
- Ela faleceu pacificamente em sua casa, na quarta-feira (2).
- A causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada.
Fontes
- G1 imprensa
- UOL Notícias imprensa
- UOL Notícias imprensa
- Folha de S.Paulo imprensa




