Esportes

Mudanças no time brasileiro de vela no SailGP geram expectativa para as próximas etapas

Em apuração ?

Após uma derrota na liderança, equipe brasileira aposta em nova formação para o circuito internacional

Barco de vela F50 da equipe brasileira com novos pilotos em ação
Imagem: ge

O time brasileiro do SailGP passa por mudanças na última temporada do circuito de vela de alta performance. Martine Grael deixa o comando, dando lugar ao britânico Paul Goodison, enquanto Kahena Kunze retorna como estratégia, prometendo movimentar a competição.

O cenário do SailGP, uma das competições mais velozes e tecnológicas do mundo da vela, passa por novidades que têm despertado atenção dos fãs e entusiastas do esporte. Segundo informações divulgadas pelo portal ge, a equipe brasileira passará por uma reformulação na sua formação para as três últimas etapas da sexta temporada do circuito, que inclui a etapa de Genebra, nos dias 19 e 20 de setembro. A mudança mais impactante é a troca da comandante do barco brasileiro, conhecido como F50, que será pilotado pelo britânico Paul Goodison. Segundo o portal, Martine Grael, bicampeã olímpica e pioneira ao se tornar a primeira mulher a assumir o leme de um F50, deixará o comando. Ainda de acordo com a fonte, o clube não se pronunciou oficialmente sobre esse movimento, mas a equipe confirmou a chegada de Goodison e também a volta de Kahena Kunze ao time brasileiro, desta vez na função de estrategista. Kunze, que já representou três países na competição — Alemanha, Brasil e Dinamarca —, retorna após uma passagem pelo time dinamarquês, e afirma estar feliz com o novo desafio: "Conheço muitas pessoas da equipe e, desde a minha primeira passagem, também acumulei novas experiências dentro do SailGP. Meu foco agora é me adaptar rapidamente à nova formação, contribuir com o grupo e fazer um bom trabalho nessas três últimas etapas da temporada, começando por Genebra." Além deles, o time conta com Pietro Sibello como Wing Trimmer, Rasmus Køstner como Flight Controller e os grinders Mateus Isaac, Marco Grael e Breno Kneipp. Essa nova configuração reforça a dinâmica de alta tecnologia e velocidade típica do SailGP, que muitas vezes reflete uma verdadeira Fórmula 1 das águas, marcada também por riscos e acidentes. Ainda não há confirmação oficial se essas mudanças terão impacto imediato na competitividade do Brasil, mas o fato é que a equipe busca requalificar-se para tentar manter a relevância na disputa. O evento de Genebra promete ser um teste de fogo, especialmente com a nova formação em ação, enquanto o público aguarda os resultados e eventuais comentários da organização do circuito.

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O que sabemos?

  • Martine Grael deixou o comando do barco brasileiro no SailGP
  • Paul Goodison assumiu a pilotagem do F50 do Brasil
  • Kahena Kunze retornou como estrategista à equipe brasileira
  • A nova formação inclui Pietro Sibello, Rasmus Køstner e três grinders
  • As mudanças ocorrem na reta final da sexta temporada do circuito

Fontes

  • ge fonte especializada
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