Grupo Veloci planeja ampliar negócios no automobilismo com foco em corridas e aquisições estratégicas
Dono da Stock Car deseja transformar eventos em plataformas de geração de receita e aposta na expansão do setor até 2030
Segundo fonte ligada ao grupo, a estratégia inclui a compra de categorias e a internalização de serviços, com objetivo de triplicar o faturamento até 2030. Nos fins de semana de corrida, a prioridade é criar conexões comerciais entre patrocinadores e empresas parceiras.
De acordo com informações de uma fonte ligada ao Grupo Veloci, maior conglomerado de automobilismo da América do Sul e responsável pela organização da Stock Car, a direção do grupo pretende transformar os eventos de corrida em plataformas de negócios sustentáveis. O destaque da estratégia está na tentativa de ampliar o faturamento do grupo, que atualmente busca consolidar novos negócios e aquisições para alcançar a meta de triplicar seus lucros até 2030.
Segundo o representante, a visão por trás dessa mudança é que as corridas, embora atraiam os fãs de automobilismo, representam apenas uma parte do que a empresa quer desenvolver. Para a liderança do Grupo Veloci, “a paixão coloca o carro na pista, mas são os negócios que mantêm ele na pista”, afirma a fonte. Isso significa que, para sustentar eventos cada vez maiores, é preciso fortalecer conexões comerciais, especialmente durante os fins de semana de corrida, promovendo uma plataforma de geração de negócios entre patrocinadores e empresas parceiras.
O grupo também planeja aquisições estratégicas, com a compra do campeonato Ultimate Drift, idealizado pelo piloto João Barion, ainda neste mês, embora oficialmente ainda não tenha sido confirmado. Além de apostar em categorias tradicionais, como a Stock Car, a estratégia inclui a aquisição de categorias concorrentes e a internalização de serviços que antes eram terceirizados, buscando maior controle e eficiência operacional. Essas ações reforçam o objetivo de consolidar um ecossistema que une esporte, negócios e inovação.
Outro dado importante é que Lincoln Oliveira, CEO do grupo e pai do piloto Gabriel Bortoleto, único brasileiro atualmente na Fórmula 1, vem defendendo essa visão de negócios como motor de sustentabilidade do setor. Em declarações a uma fonte, Oliveira reforçou que sem o envolvimento de aspectos comerciais, não há como sustentar eventos de grande porte ou fomentar o crescimento das equipes e profissionais envolvidos no esporte.
Embora ainda não exista uma confirmação oficial de todas essas intenções, o plano de expansão do Grupo Veloci revela uma lógica de mercado que busca revolucionar a ideia de eventos esportivos na categoria automobilismo, buscando equilibrar paixão, esporte e negócios de forma integrada.
O que sabemos?
- Grupo Veloci pretende triplicar seu faturamento até 2030.
- A estratégia inclui compra de categorias concorrentes e internalização de serviços.
- Nos fins de semana de corrida, o foco é gerar negócios entre patrocinadores e empresas parceiras.
- Compra do campeonato Ultimate Drift ainda não foi oficialmente confirmada.
Fontes
- UOL Notícias imprensa
- Folha de S.Paulo imprensa





