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Foo Fighters no Rock in Rio mostra renovação e celebração de hits clássicos

Em apuração ?

Banda resgata vigor com novo baterista e repertório focado nas décadas de 1990 e 2000

Dave Grohl e banda Foo Fighters no palco do Rock in Rio com iluminação vibrante
Imagem: UOL Notícias

Em sua estreia na edição de 2023 do Rock in Rio, o Foo Fighters apresentou um show marcado por energia revigorada, repertório selecionado e uma novidade na bateria que parece ter revitalizado a performance ao vivo.

Após uma pausa desde sua última passagem pelo Brasil em 2019, o Foo Fighters voltou ao palco do Rock in Rio nesta sexta-feira (4) com uma apresentação que surpreendeu fãs e críticos. A banda liderada por Dave Grohl, que já é veterana no festival, manteve a reputação de tocar hits capazes de unir multidões e fazer o público cantar junto com entusiasmo. Contudo, desta vez, a mudança mais visível foi na formação: entrou Ilan Rubin na bateria, substituindo Josh Freese, que havia assumido o posto após a morte de Taylor Hawkins em 2022. Segundo relatos de quem esteve presente, Rubin mostrou-se mais dinâmico e vigoroso, embora ainda aparentemente tímido com seus novos colegas. Ainda assim, sua presença renovou o ritmo da banda, que encurtou jams e evitou excessos de improvisos, privilegiando faixas bem selecionadas. O repertório também refletiu essa estratégia, com uma sequência de grandes sucessos como "All My Life", "The Pretender" e "Times Like These", além de clássicos como "My Hero" e "Learn to Fly". Apesar de contar com um álbum recém-lançado, "Your Favourite Toy", a banda focou principalmente nos hits dos anos 1990 e 2000, incluindo o álbum "Wasting Light" de 2011, que é considerado um dos mais celebrados pelos fãs. A energia do palco foi elevada pelo coro colossal do público, que cantou em uníssono o refrão de "My Hero", em uma demonstração típica da força do Rock in Rio. Antes de interpretar baladas como "These Days", "Walk" e "Wheels", Grohl pediu ao público: "Amo quando vocês cantam comigo. Se não souberem a letra, olhem para o cara de 50 anos ao seu lado e cantem o que ele estiver cantando", aproximando ainda mais banda e plateia. Como uma surpresa para os fãs, Grohl também tocou uma rara música chamada "Marigold", cuja composição remonta a antes da primeira passagem do grupo pelo Brasil, em 1993, quando ele ainda era baterista do Nirvana. Ainda não há confirmação oficial de detalhes sobre a nova formação da banda ou de futuras apresentações no Brasil, mas fontes apontam que o grupo tem agenda marcada para o próximo ano, com shows em estádios em São Paulo e Belo Horizonte. O clima de renovação e a disposição de celebrar seus grandes sucessos deixaram claro que o Foo Fighters continua forte e relevante, mesmo após a perda do lendário Taylor Hawkins, e que sua ligação com o Brasil permanece intacta. Predominando uma atmosfera de revival de hits e energia contagiante, a banda conseguiu transformar um show de festival em uma verdadeira celebração da sua história e do rock de uma maneira geral.

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O que sabemos?

  • Foo Fighters apresentou seu primeiro show no Rock in Rio 2023
  • Banda contou com novo baterista, Ilan Rubin, em substituição a Josh Freese
  • Ao longo do show, focou em hits dos anos 1990 e 2000, além de "Wasting Light" de 2011
  • Grohl tocou uma raridade, "Marigold", que compôs antes de 1993, quando ainda era do Nirvana
  • O festival acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, até o dia 13

Fontes

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