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Lançamento da nova adaptação de 'Street Fighter' divide opiniões por cenas de luta mal executadas

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Filme estreia no Brasil com muitas expectativas, mas enfrenta críticas por sequências de ação fracas e elenco sobrecarregado

Cena do filme 'Street Fighter' com personagens em luta
Imagem: G1

A nova versão em live-action de 'Street Fighter', dirigida por Kitao Sakurai, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15). Apesar de apostar em fidelidade visual e humor, o filme é criticado por suas sequências de luta pouco convincentes e por um roteiro que sobra com tantos personagens simultâneos.

A adaptação cinematográfica de 'Street Fighter' que estreia nesta quinta-feira (15) no Brasil tem chamado atenção, não só pelo seu elenco com nomes conhecidos como Noah Centineo, Andrew Koji e Callina Liang, mas também pelas críticas quanto à sua execução. Segundo a fonte única, o filme tenta se afastar do tom mais sério ao abraçar a ideia de humor e caracterizações fiéis aos jogos clássicos, porém acaba deixando a desejar na qualidade das cenas de luta, que são consideradas fracas e pouco empolgantes.

A trama, que ainda não foi oficialmente confirmada em detalhes, gira em torno de dois lutadores de artes marciais que cresceram juntos e que, após uma separação, enfrentam um torneio criado por um ditador com planos sombrios de roubar os poderes de um deles. No roteiro, há também a introdução de uma agente da Interpol em busca de vingança, além de personagens como um brutamontes russo, um lutador de sumô, um soldado americano com corte de cabelo estranho, um monstro verde popular no Brasil, e mulheres com trajes reveladores, que parecem ter sido colocadas na narrativa sem muita justificativa ou motivação.

Segundo quem assistiu ao filme, essa quantidade excessiva de personagens, muitos deles inseridos de forma aleatória, dilui o conflito central. O que poderia ser uma história focada e dinâmica acaba se perdendo na tentativa de mostrar todos esses lutadores e suas participações rápidas, muitas vezes sem desenvolvimento ou relevância para o enredo. A montagem, descrita como excessivamente picotada, também compromete a fluidez e a emoção das cenas de combate, que foram apontadas como o ponto mais fraco da produção.

O elenco de convidados especiais, como o rapper 50 Cent no papel de Balrog e Orville Peck como Vega, também sofre com a escassez de momentos que permitam a esses personagens brilharem. Algumas participações, inclusive, aparecem de forma tão breve que acabam se tornando engraçadas por sua superficialidade, como a do gigante Zangief, que aparece apenas para dar um golpe e sumir no meio do caos. Ainda não há uma declaração oficial dos produtores ou do estúdio, e o filme não se pronunciou sobre as críticas, que podem mudar à medida que o público assiste às telas.

Apesar das falhas, alguns elementos indicam que há potencial na produção. Comentam que o elenco demonstra química e carisma, e que a utilização de efeitos especiais e animações na narrativa do passado apresentam boas possibilidades. No entanto, toda essa esperança é novamente prejudicada por uma direção que parece priorizar quantidade em detrimento da qualidade, deixando passar uma oportunidade de criar uma adaptação mais sólida do universo de 'Street Fighter'. Portanto, quem decidir assistir ao filme deve se preparar para combate fraco e uma empolgação que mal consegue se manter na soma de tantos personagens desconectados.

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O que sabemos?

  • Filme estreia no Brasil em 15 de novembro.
  • Direção de Kitao Sakurai ('Bad Trip').
  • Elenco inclui Noah Centineo, Andrew Koji, Callina Liang, 50 Cent, Orville Peck e Cody Rhodes.
  • Críticas apontam sequências de luta fracas e montagem picotada.
  • Narrativa sobre dois lutadores e um torneio criado por um ditador, sem foco claro.

Fontes

  • G1 imprensa
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