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Homenagem destaca legado de Teuda Bara em evento do Sesc São Paulo

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Grupo Galpão recorda histórias e músicas em tributo à atriz e fundadora do grupo Mineiro

Artistas do Grupo Galpão cantando em homenagem a Teuda Bara
Imagem: Folha de S.Paulo

No domingo (6), artistas e fãs celebraram a memória de Teuda Bara durante o festival Mirada, destacando sua trajetória, coragem e ousadia na cena artística brasileira.

No último domingo (6), o público presente no Mirada - Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas do Sesc São Paulo, em Santos, teve a oportunidade de reverenciar a trajetória de Teuda Bara, atriz e fundadora do renomado Grupo Galpão, que faleceu em dezembro do ano passado aos 84 anos. A homenagem foi marcada por momentos de nostalgia, histórias e música, retratando a importância da artista na cena cultural brasileira.

Segundo relatos de Eduardo Moreira, ator e diretor artístico do Galpão, a persistência de Bara foi fundamental para que o grupo completasse quase meio século de existência. "Ela tinha coragem, amorosidade e liberdade. Ela fazia tudo o que queria", afirmou Moreira, lembrando que o grupo deve completar 45 anos em 2027. Entre as histórias compartilhadas, uma chamou atenção: na década de 1970, Bara usava um cincerro — um objeto geralmente colocado nos pescoços de vacas — nos pés para fazer barulho e ajudar a localizar os animais. "A primeira lembrança que tenho da Teuda é o som das vacas", completou Moreira, que atuou ao lado dela na época em que estudavam na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Durante o evento, a trupe do Galpão também cantou músicas do repertório de Bara, rindo das ousadias e da personalidade marcante da atriz. Os momentos de descontração foram reforçados pelo fato de que ela, além de versátil, enfrentava desafios ao longo de sua trajetória. Segundo uma fonte vinculada à homenagem, ela era uma artista que encarnava coragem, liberdade e uma gargalhada inesquecível, características que marcaram sua presença no teatro e na cultura brasileira.

Ainda não há confirmação oficial de outras atividades ou detalhes adicionais sobre o evento, mas a homenagem reafirmou o impacto de Bara na arte brasileira. Sua história, repleta de ousadia e autenticidade, permanece viva na memória do público e dos colegas de profissão, exemplificando o legado de uma artista que se destacou por sua liberdade de expressão e irreverência.

O evento reforçou o papel de Bara como uma símbolo de resistência e inovação na cena cultural, além de mostrar como sua história ainda inspira novas gerações de artistas e amantes do teatro. A trajetória da atriz, marcada por suas ações ousadas e seu amor pelo palco, segue sendo uma referência para quem valoriza coragem, criatividade e autenticidade na arte.

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O que sabemos?

  • Teuda Bara morreu em dezembro de 2022 aos 84 anos.
  • O evento ocorreu no dia 6 de maio de 2023, durante o Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas do Sesc Santos.
  • Eduardo Moreira, ator e diretor artístico do Grupo Galpão, destacou a importância da persistência de Bara para a longevidade do grupo.
  • Bara tinha coragem, amorosidade e liberdade, fazendo tudo o que queria.
  • Entre suas ousadias, ela usava um cincerro de vaca nos pés na década de 1970 para fazer barulho e ajudar a localizar as vacas.

Fontes

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