Brasil

Cidades do Acre registram alto índice de desmatamento na Amazônia em julho de 2026

Em apuração ?

Feijó, Tarauacá e Sena Madureira estão entre os municípios com maior perda de floresta na região

Área desmatada na Amazônia mostrando a degradação florestal no Acre
Imagem: G1

Dados do Imazon mostram que o Acre respondeu por 22% do desmatamento na Amazônia Legal em julho de 2026, com destaque para três municípios que aparecem entre os mais afetados.

O Acre respondeu por 22% do desmatamento na Amazônia Legal em julho de 2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) nesta quinta-feira (27). Foram 97 km² de área desmatada, o que representa alta de 73% em relação ao mesmo mês de 2025.

Entre os municípios acreanos, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira aparecem entre os que mais desmataram na Amazônia Legal em julho. Feijó está na segunda posição do ranking, seguida por Tarauacá em terceiro e Sena Madureira em oitavo lugar. Altamira, no Pará, ocupou a primeira colocação.

Além do desmatamento, o Acre concentrou 36% da degradação florestal detectada, que se refere à perda da qualidade da floresta sem derrubada completa das árvores. As terras indígenas Kaxinawa Nova Olinda e Mamoadate também figuram entre as áreas mais afetadas no estado.

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O que sabemos?

  • O Acre respondeu por 22% do desmatamento da Amazônia Legal em julho de 2026, totalizando 97 km², com aumento de 73% em relação a julho de 2025.
  • Feijó, Tarauacá e Sena Madureira estão entre os municípios com maior índice de desmatamento na Amazônia Legal em julho de 2026, ocupando a segunda, terceira e oitava posições no ranking, respectivamente.
  • Altamira (PA) teve o maior índice de desmatamento em julho de 2026.
  • O Acre concentrou 36% da degradação florestal detectada na região no mesmo período.
  • As terras indígenas Kaxinawa Nova Olinda e Mamoadate aparecem no levantamento como áreas afetadas pela degradação e desmatamento.

O que ainda não foi confirmado?

  • A crítica sobre a relação histórica do Acre com o meio ambiente.
  • O uso dos dados do Imazon para formulação de políticas públicas e fiscalização.
  • A mobilização do Batalhão de Policiamento Ambiental a partir dos dados divulgados.
  • A interpretação de que os dados reforçam a necessidade de atenção sobre consequências ambientais que afetam além das fronteiras locais e o clima global.

Fontes

  • G1 imprensa
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