Condenado a 20 anos homem que matou dono de bar em Imperatriz
Julgamento aponta homicídio qualificado cometido em estabelecimento comercial no bairro Vilinha
Elisnai Sousa Silva, conhecido como 'Neguinho', foi sentenciado pelo Tribunal do Júri por homicídio qualificado de Cledson Alves Santos, dono de bar, em março de 2019.
O Tribunal do Júri de Imperatriz, no Maranhão, condenou a 20 anos de prisão Elisnai Sousa Silva, apelidado de “Neguinho”, pelo homicídio qualificado de Cledson Alves Santos, proprietário de um bar no bairro Vilinha. O julgamento aconteceu na quinta-feira (27) e foi conduzido pela promotora Paloma Ribeiro Gonçalves, titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, conforme informou o Ministério Público do Maranhão (MP-MA).
O crime ocorreu em 10 de março de 2019 dentro do próprio estabelecimento da vítima. Segundo o MP-MA, Cledson estava no bar acompanhado da companheira e da filha do casal quando os autores chegaram em uma motocicleta. Elisnai teria apontado uma arma contra Cledson, que tentou se proteger dentro do imóvel, mas foi perseguido e atingido por vários disparos, de acordo com a denúncia apresentada pela promotoria.
O laudo pericial revelou que os tiros atingiram múltiplas partes do corpo da vítima: costas, tórax, braço e lombar. A acusação sustentou que o crime foi motivado por motivo torpe e foi utilizado recurso que dificultou a defesa da vítima, circunstâncias que qualificaram o homicídio segundo as legislações vigentes.
Elisnai Sousa Silva responderá, portanto, por homicídio qualificado e a sentença foi definida pelo júri popular que acolheu integralmente a denúncia do Ministério Público.
O que sabemos?
- Elisnai Sousa Silva foi condenado a 20 anos de prisão pelo homicídio qualificado de Cledson Alves Santos.
- O julgamento ocorreu na quinta-feira (27).
- O crime aconteceu em 10 de março de 2019.
- Cledson Alves Santos foi morto dentro do bar que era proprietário, no bairro Vilinha, Imperatriz.
- A vítima estava acompanhada da companheira e da filha no momento do crime.
- Os autores chegaram em uma motocicleta.
- Elisnai apontou uma arma de fogo contra a vítima, que tentou se proteger dentro do imóvel.
- A vítima foi atingida por vários disparos nas costas, tórax, braço e lombar.
- O crime foi qualificado por motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.
- O julgamento foi conduzido pela promotora Paloma Ribeiro Gonçalves, titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz.
- O júri acolheu integralmente a denúncia do Ministério Público.
O que ainda não foi confirmado?
- Repercussão do caso na cidade ou no bairro Vilinha.
- Detalhes sobre possibilidade de recursos da defesa ou situação atual de Elisnai Sousa Silva.
- Impacto da condenação na atuação do Judiciário no combate à violência.
Fontes
- G1 imprensa



