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Fortes chuvas em São Paulo provocam alagamentos e queda de deslizamento na Brasilândia

Em apuração ?

Prefeitura investiga melhorias no sistema de drenagem após episódios críticos na cidade

Árvore caída durante forte chuva na Brasilândia, São Paulo
Imagem: CNN Brasil

Chuva intensa na tarde de quarta-feira deixou áreas da capital ameaçadas, incluindo pontos como o Túnel do Anhangabaú e a região de Brasilândia, onde uma pessoa morreu. Prefeito anunciou prioridades na ampliação de bombas e obras de drenagem.

Após uma tarde de chuvas extremamente intensas em São Paulo na quarta-feira (14), a cidade enfrentou alagamentos que causaram transtornos e até uma tragédia. Segundo o prefeito Ricardo Nunes, a forte precipitação, que em alguns pontos atingiu a quantidade esperada para 11 dias do mês de outubro em apenas 40 minutos, sobrecarregou o sistema de drenagem da cidade. Na região do Túnel do Anhangabaú, um dos locais mais afetados, veículos ficaram presos e bombeiros precisaram intervir. Nunes declarou que o sistema, que conta com seis bombas, operou normalmente de forma automática, porém, o volume de água foi maior do que a capacidade de drenagem, levando a uma rápida elevação da água, que começou a inundar o túnel por volta das 15h38 e desativou temporariamente o tráfego. Segundo informações do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), a região da Sé registrou 48,5 milímetros de chuva em cerca de uma hora e meia. Ainda assim, a prefeitura afirmou que nenhuma pessoa precisou de atendimento médico devido às enchentes, embora os efeitos tenham sido sentidos por motoristas e moradores. O prefeito destacou que o sistema de drenagem é monitorado 24 horas por sensores e câmeras e que a administração tenta não omitir ações preventivas. Ainda assim, Nunes mencionou que há um foco em melhorar a resposta, incluindo a possibilidade de ampliar o volume das bombas na região. Além do túnel, a forte chuva também afetou áreas como a Brasilândia, onde um deslizamento de terra resultou na morte de uma pessoa, infelizmente ainda não confirmado oficialmente se relacionada às tempestades ou a outras circunstâncias. A tragédia levou a uma mobilização das equipes de emergência que atuaram na remoção de deslizamentos em diferentes pontos da cidade. Durante a coletiva, o prefeito afirmou que os protocolos de segurança foram acionados imediatamente, reforçando que a administração não deixou a desejar na resposta às ocorrências. Enquanto isso, equipes de limpeza iniciaram a retirada de água e destroços, buscando minimizar os impactos na rotina da população. O sistema de drenagem do município, que também está em fase de melhorias, inclui planos de construção de piscinões — grandes reservatórios que ajudam a evitar enchentes em situações de chuvas extremas. Ainda não há informações oficiais sobre o número exato de vítimas ou de desabrigados, assim como detalhes completos sobre o deslizamento na Brasilândia, que ainda aguarda confirmação oficial das autoridades locais.

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O que sabemos?

  • Chuva de 48,5 mm foi registrada na região da Sé em 1h30.
  • Sistema de drenagem conta com seis bombas, que operaram normalmente.
  • Chuva na cidade atingiu volume semelhante a 11 dias em apenas 40 minutos, segundo prefeitura.
  • Túnel do Anhangabaú ficou alagado, veículos foram atingidos, Bombeiros atuaram.
  • Uma pessoa morreu em deslizamento de terra na Brasilândia durante o temporal.

Fontes

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